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Criança que lê, cérebro turbinado na adolescência

Em tempos tão digitais como os que vivemos, não é fácil estimular o hábito da leitura nas crianças. Como, então, criar uma criança que lê? Com um pouco de jeito, dá para montar uma rotina que aproxima os pequenos dos livros. 

Antes de mais nada, é preciso destacar que os benefícios são muitos. De acordo com um estudo feito por pesquisadores do Reino Unido e da China e publicado pela revista Psychological Medicine, crianças que têm contato com a leitura por prazer no início da infância tendem a ter melhor desempenho cognitivo na adolescência.

A pesquisa mostrou também que quem lê, em média, 12 horas por semana na infância chega à adolescência com menos sinais de estresse e uma menor tendência à depressão

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Além do mais, leitores também apresentam tanto melhor atenção em tarefas escolares quanto menos problemas comportamentais, como agressividade e desrespeito a regras.

Leitura x estrutura cerebral

Sobre este estudo, uma reportagem publicada no jornal Correio Braziliense relata que a hipótese do grupo é de que o hábito de ler está relacionado a uma estrutura cerebral aprimorada. O objetivo inicial era descobrir se leitoras e leitores mirins teriam, mais tarde, melhores resultados em termos de aprendizagem. 

Aliás, a conclusão foi bastante animadora para os defensores da leitura. Por um lado, viu-se que, quando lê, a criança ouve e assume a fala. Por outro lado, constatou-se que, ao conversar sobre as imagens ou a história, a criatividade e a imaginação podem ser estimuladas. 

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Assim, podemos destacar entre os benefícios da leitura para as crianças:

1. Desenvolvimento da linguagem

A leitura estimula o vocabulário, a compreensão verbal e a fluência na fala e na escrita.

2. Desenvolvimento cognitivo

A leitura ajuda a melhorar a concentração, a memória, o pensamento crítico e as habilidades de resolução de problemas.

3. Estímulo à imaginação e criatividade

Os livros despertam a imaginação das crianças, ajudando a desenvolver sua criatividade e permitindo que elas visualizem histórias e personagens em suas mentes.

4. Aprendizagem de habilidades sociais e emocionais

Por meio das histórias, a criança que lê aprende sobre emoções, empatia e relações interpessoais.

5. Expansão do conhecimento

De antemão, uma criança que lê está exposta a diferentes temas, culturas e pontos de vista, ampliando seu conhecimento do mundo.

6. Fortalecimento do vínculo emocional

Ler com as crianças fortalece o vínculo emocional entre pais e filhos, criando momentos de intimidade e compartilhamento.

7. Estímulo à empatia

A leitura de histórias com personagens diversos pode ajudar as crianças a desenvolver empatia e compreensão pelos outros.

8. Melhoria da habilidade de comunicação

Sobretudo pela leitura, as crianças aprendem a estrutura correta das sentenças, a gramática e a comunicação eficaz.

Criando o hábito

Mas como criar, desde cedo, o hábito de ler nas crianças, de modo a usufruir e potencializar esses benefícios? Separamos algumas dicas que podem ajudar.

Antes de mais nada, lembre-se que o seu exemplo é um excelente aliado neste processo!

  1. Comece cedo. Introduza livros desde a infância para criar o hábito de leitura.
  2. Leia junto. Reserve um tempo para ler com a criança, seja em voz alta ou compartilhando a leitura. 
  3. Escolha livros interessantes. Encontre livros com temas que a criança goste, como aventura, fantasia ou animais.
  4. Visite bibliotecas e livrarias. Leve a criança para explorar esses lugares e permita que ela escolha seus livros.
  5. Faça da leitura um momento prazeroso. Crie um ambiente aconchegante e tranquilo para a leitura, tornando-a uma experiência positiva.
  6. O exemplo é seu maior aliado neste processo. Mostre o seu próprio interesse pela leitura, pois as crianças tendem a imitar os comportamentos dos adultos. 
  7. Incentive a imaginação. Converse sobre os personagens e histórias, estimulando a criança a criar suas próprias imagens mentais.
  8. Após a leitura, faça perguntas sobre a história para incentivar a compreensão e o diálogo.
  9. Explore grupos e clubes de leitura para crianças, onde elas possam compartilhar suas experiências e recomendar livros.
  10. Não pressione. Respeite o ritmo da criança e não force a leitura. Permita que ela descubra o prazer de ler no seu próprio tempo.

Gostou das dicas? Aproveite o friozinho das férias de julho para começar agora mesmo a levar seu filho pelos maravilhosos caminhos da leitura!

Ansiedade em crianças: como identificar e ajudar seu filho

Já falamos aqui no blog sobre o crescimento no número de casos de ansiedade em crianças, principalmente com a pandemia da Covid-19. Os pequenos são naturalmente enérgicos, mas, muitas vezes, o excesso de energia esconde um comportamento que precisa de atenção. O problema é: como diferenciar quando a criança está sofrendo com ansiedade de quando a agitação é natural da idade?

Conforme mostra um artigo publicado no portal do médico Drauzio Varella, a ansiedade faz parte da vida de todas as pessoas e é a reação emocional esperada diante de diversas situações. Assim, um certo grau de ansiedade é normal e até saudável.

No caso das crianças, é comum antes de uma viagem, uma festa de aniversário ou uma apresentação na escola, por exemplo. O que fazer, no entanto, quando o problema ultrapassa os limites e se torna um sofrimento para o pequeno?

Mudanças na rotina

Situações novas e imprevisíveis, mudanças na rotina, separação dos pais, problemas de saúde, entre outros, podem funcionar como gatilho, por exemplo. 

A pandemia, principalmente por causa do isolamento social e do excesso de más notícias, também fez os índices de ansiedade em crianças aumentarem.

De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS) o número de casos de ansiedade e depressão em crianças e adolescentes no mundo subiu de 11,6% em 2018 para 25,2% em 2021. 

Felizmente, existem várias maneiras de cuidar da ansiedade em crianças e nós adultos temos um papel fundamental neste processo. 

Causas e sinais

Mas quais são os primeiros sinais de que você tem uma criança ansiosa em casa?

No caso dos pequenos, entre as principais causas estão situações novas e imprevisíveis, mudanças na rotina, separação dos pais, problemas de saúde, entre outros. Mas quais são os primeiros sinais de que você tem uma criança ansiosa em casa?

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De acordo com especialistas, estado de constante vigilância, medo de situações banais, transtornos e fobias específicas, como medo de animais, aviões ou tempestades são sinais de que a criança está ansiosa e precisando de ajuda.

Por outro lado, também vale ficar de olho se você perceber uma autocrítica exagerada ou reações desproporcionais. 

Diagnóstico

Apenas um médico pode definir se a criança está com ansiedade e quais os caminhos para tratar. Mas cabe ao adulto estar atento, pois a ansiedade em crianças pode se manifestar de diversas formas:

Entre os sinais de que a ansiedade pode estar perturbando uma criança estão:

– Alterações no apetite
– Dificuldade para dormir e se concentrar
– Queda no rendimento da escola
– Medo excessivo e irracional de determinadas situações ou objetos
– Tensão muscular constante
– Falta de motivação
– Problemas para dormir ou pesadelos frequentes
– Comportamentos repetitivos, como lavar as mãos várias vezes ou verificar se portas e janelas estão trancadas diversas vezes
– Choro frequente ou descontrole emocional
– Recusa em ir para a escola ou outros lugares fora de casa
– Dificuldade em socializar com outras crianças ou adultos
– Preocupação constante com possíveis acidentes ou doenças

É importante lembrar que, mesmo que uma criança apresente alguns desses sintomas, não significa necessariamente que ela tem um transtorno de ansiedade. 

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Mas, caso os sintomas persistam ou se intensifiquem, é fundamental buscar auxílio de um profissional de saúde mental, como um psiquiatra, um pediatra, um neurologista ou um psicólogo, por exemplo, com o objetivo de realizar um diagnóstico preciso e receber o tratamento adequado.

Ajuda começa na compreensão

Caso o transtorno seja identificado, há algumas posturas que podemos e devemos adotar para ajudar as crianças com ansiedade. Assim:

1 – Compreenda os sintomas 

Para ajudar crianças com ansiedade, é importante entender os sinais que ela dá. Alguns dos sintomas mais comuns incluem medo de qualquer coisa, tensão muscular, suor excessivo, palpitações, irritabilidade, dificuldades para dormir e dificuldades para se concentrar na escola ou mesmo em tarefas simples do dia a dia.

2 – Ajude a criança a compreender a ansiedade

Também é importante que a criança entenda o que é a ansiedade e como ela se manifesta. Explique para a criança que o que ela está sentindo é uma reação natural do corpo a situações estressantes, porém também é possível aprender a controlá-la.

3 – Crie um ambiente de segurança

Tentar criar um ambiente seguro e tranquilo em casa pode ajudar a criança a se sentir mais confortável e segura. Algumas sugestões incluem estabelecer uma rotina, ter momentos de lazer em família, tornar a casa um lugar acolhedor e seguro, e limitar a exposição a noticiários e conteúdos que possam causar ansiedade.

4 – Pratique técnicas de relaxamento com a criança

Existem várias técnicas de relaxamento que podem ajudar na redução dos sintomas da ansiedade, como a respiração profunda, a meditação e o yoga. Ensine para a criança essas técnicas de relaxamento e pratique junto com ela em momentos de estresse ou ansiedade.

5 – Incentive a prática de atividades físicas

Não é segredo para ninguém que as atividades físicas constante e moderada tem efeitos benéficos na saúde em geral e, ao nível psicológico, pode melhorar a autoestima e autoconfiança, além de prevenir e ajudar a tratar a depressão.

O exercício físico libera no cérebro substâncias chamadas endorfinas, que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) determina que, quanto mais cedo começar a prática de atividades físicas, melhores serão os benefícios.

6 – Não deixe de procurar ajuda profissional

Em alguns casos, a ansiedade infantil pode ser tão intensa que é preciso buscar ajuda profissional, como de psicólogos e psiquiatras. Esses profissionais vão poder ajudar a criança a aprender técnicas e estratégias específicas para lidar com a ansiedade, além de avaliar se é necessário algum tipo de medicação.

Em resumo, ajudar uma criança com ansiedade requer uma abordagem delicada, acolhedora e com técnicas adequadas para cada situação. É importante que pais ou responsáveis busquem orientação de profissionais qualificados a fim de identificar o melhor caminho para a sua criança lidar com a ansiedade.

Na The Little Gym, oferecemos um espaço seguro e divertido para a criança aumentar a autoconfiança e desenvolver novas habilidades. Fale conosco para saber mais sobre os nossos programas e a metodologia exclusiva de desenvolvimento infantil que criamos!

 

Musicalização infantil ajuda no desenvolvimento e faz bem!

A música é uma linguagem universal, e muitos estudos comprovam o bem que ela faz ao longo da nossa vida. Bebês no útero demonstram um aumento da atividade cerebral quando expostos à música, para citar apenas um dos muitos benefícios da musicalização infantil na vida das crianças. 

Especialmente a partir do último trimestre da gestação, quando a capacidade auditiva cresce e o bebê reconhece não apenas a voz da mãe, como também sons externos, a musicalização tem um efeito bastante positivo. E isso vale por toda a vida. 

Conforme vão crescendo, as crianças aguçam a percepção auditiva, aprendem a falar e desenvolvem a habilidade de reagir a diferentes sons, movimentando o corpo de acordo com a música. A partir do fortalecimento dessa relação, a música se torna também um elemento importante na educação infantil. 

A musicalização infantil é uma ferramenta de aprendizado e desenvolvimento de importantes habilidades cognitivas, intelectuais, emocionais e sociais.

Benefícios imediatos

Podemos falar de muitos benefícios. Para começo de conversa, o contato com diferentes sonoridades, ritmos e instrumentos amplia a sensibilidade e faz com que as crianças lidem melhor com movimentos e sons ao seu redor. 

Entre os benefícios imediatos podemos citar ainda uma maior integração entre os coleguinhas, a socialização, autoconhecimento, autoestima, relaxamento e descontração.

Tudo isso interfere diretamente na saúde mental do pequeno e no estímulo à sua autonomia, uma das principais habilidades socioemocionais que devemos construir desde cedo. Afinal, devemos ensinar e dar segurança à criança para que ela tome as próprias decisões, adquira uma postura proativa e saiba se posicionar diante das situações cotidianas.

Atividades de musicalização infantil auxiliam neste processo porque estimulam a empatia e paciência, o autoconhecimento, a autoconfiança, a liderança e capacidade de adaptação.

Entre os benefícios da musicalização infantil na vida de meninos e meninas desde muito cedo, também podemos citar a melhoria imediata da memória dos pequenos. 

Ao realizar atividades que incluem canções ou outros tipos de som, a criança se vê estimulada a memorizar letras, melodias e ritmos. Isso pode ajudá-la a desenvolver a memória e a capacidade de reter informações de maneira mais eficiente.

Por outro lado, aprender música ou realizar atividades que incluam a prática musical são ações que envolvem dedicação e concentração. A prática regular ajuda a desenvolver a habilidade de manter o foco e sustentar a atenção por períodos mais longos de tempo.

Coordenação motora

A musicalização infantil também tem um papel fundamental no desenvolvimento da coordenação motora, uma interação sincronizada do cérebro com articulações e músculos que permite ao nosso corpo realizar movimentos. 

O contato com a música afeta positivamente tanto a coordenação motora fina quanto na coordenação motora grossa. A fina tem relação direta com a capacidade de desenhar, escrever, pintar, usar a tesoura e os talheres, abotoar a roupa e amarrar os cadarços, enquanto a grossa permite às crianças caminhar, correr, pular, dançar, jogar bola, nadar e andar de bicicleta.

Assim, a musicalização ajuda não apenas a melhorar o controle dos movimentos do corpo de forma precisa e sincronizada como também contribui na prática de atividades físicas.

Ela atua ainda no refinamento da percepção auditiva. A prática ajuda a desenvolver a capacidade de distinguir diferentes sons, frequências e ritmos. Além disso, ela contribui de forma significativa para o aprendizado dacomunicação e para a habilidade de reconhecer e reproduzir padrões sonoros complexos.

Criatividade e aprendizagem

Outro grande ponto entre os benefícios da musicalização infantil é que ela estimula a criatividade e a sensibilidade artística das crianças. Com isso, os pequenos conseguem explorar diferentes emoções e possibilidades de expressão. 

Desta forma, são desenvolvidas habilidades ligadas à autoexpressão, que permitem que a criança se comunique de maneira eficaz e lide melhor com emoções e pensamentos.

Mesmo restrita a atividades extracurriculares, a musicalização pode contribuir para o aprendizado de disciplinas como matemática e português. Isso acontece principalmente porque, para tocar instrumentos, cantar ou acompanhar um som com movimento, a criança deve entender o padrão rítmico e melódico. 

Além do mais, a prática da música pode estimular o amor pela leitura e escrita de músicas. Isso pode se traduzir em um maior interesse pela leitura e escrita de outras disciplinas. 

Conforme a faixa etária, especialistas indicam que é possível desenvolver trabalhos vocais específicos. Dá para usar músicas de diferentes complexidades textuais, incluindo até o uso de outros idiomas. 

Neste aspecto, podemos dizer que a musicalização infantil contribui diretamente para o desenvolvimento da fala e vocabulário. Isso acontece especialmente por meio de recursos como histórias cantadas, rimas e jogos de palavras e canções de diferentes ritmos.

Socialização e sorrisos

Como se vê, os benefícios da musicalização infantil são muitos e bastante diversos. Na The Little Gym, vemos isso na prática. Tanto nas aulas de musicalização infantil quanto nas atividades físicas de todas as aulas, a música é presença constante. 

Desde a nossa fundação, nos anos 1970, a música acompanha o que fazemos na The Little Gym. Nosso fundador, Robin Wes, é educador, músico e fisioterapeuta. Ele, até hoje, faz questão de acompanhar o desenvolvimento dos planos de aula e compõe a trilha sonora para cada um deles.

O resultado é visto imediatamente! Fale conosco para saber mais.

4 dicas de segurança para crianças na internet

Muito se discute sobre os limites das crianças na internet. Há quem defenda que é preciso mantê-las o mais longe possível das redes sociais. Mas há também quem diga que os nativos digitais, como são chamados os que nasceram e cresceram com as tecnologias digitais amplamente disponíveis, não podem ser afastados da web. E você, no meio disso tudo, como orientar seu filho a usar a internet com segurança?

Não existe apenas uma visão correta sobre o assunto quando falamos de crianças na internet. No entanto, algumas dicas podem ajudar nesta missão. Uma série de pesquisas aponta para o fato de que os jovens, adolescentes e crianças estão cada vez mais conectados. 

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Em agosto de 2022, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) publicou um estudo que revela que 78% dos usuários entre 9 a 17 anos acessaram alguma rede social em 2021. A mais popular entre elas foi o Tik Tok, com 34% dos acessos nesta faixa etária.

TikTok e Geração Z

Não é segredo para ninguém que o TikTok virou uma febre mundial e que a Geração Z comanda a rede social. Isso não seria diferente no Brasil. Mas a pergunta que não quer calar é: o que as crianças estão consumindo enquanto rolam o feed infinito? 

Além da preocupação com a quantidade de tempo que os pequenos têm passado nas telas, é preciso controlar qual pedaço do mundo eles estão acessando e o que fazem com o conteúdo que entram em contato. Porque também é verdade que a internet nos permite ter contato com muito mais informações que tínhamos antes dela. 

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Entre os pontos negativos desta realidade, é preciso destacar a falta de filtro. Em outras palavras, qualquer coisa pode chegar para qualquer pessoa, ainda mais em se tratando de crianças na internet.

Isso significa que um conteúdo não apropriado para as crianças pode apenas passar pela “For You Page” do seu filho. Então, de que forma você pode orientá-lo a fazer uso da rede social com segurança? 

1- Escolha redes apropriadas para cada idade

Mesmo que o estudo mostre que a faixa de idade de popularidade do TikTok comece aos 9 anos, as regras de utilização da rede social exigem idade mínima de 13 anos para a criação de um perfil. 

Converse com seu filho sobre o problema de mentir a idade, mesmo que seja para a criação de um perfil de rede social. Explique que os conteúdos ali presentes podem ser incompatíveis com sua maturidade.

2- Fale sobre fake news e links não confiáveis

Nem tudo que está na internet é verdade. Nós sabemos disso, mas as crianças não têm essa consciência. Sendo assim, explique que verdades podem ser alteradas. Diga que não se deve clicar nem acreditar em qualquer coisa que aparece nas redes sociais que visitam.

3- Crie uma relação de confiança entre vocês

Quando tratamos de segurança das crianças na internet, é fundamental que você e seu filho conversem sempre sobre o conteúdo que ele tem consumido e sobre quem são as suas conexões nas redes sociais. Não adianta proibir. É preciso explicar, conversar e acompanhar para se certificar de que seu filho está usando a internet com segurança.

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Oriente, por exemplo, sobre o não compartilhamento de endereços de casa ou da escola, bem como de informações que dizem respeito à privacidade da família. Além disso, converse com as crianças sobre o cyberbullying. Diga que a responsabilidade sobre o que elas escrevem e compartilham é delas, e o que devem fazer caso sejam alvo de algo violento. 

4- A diversão também pode estar fora das redes

Desenvolva atividades que também os empolgue fora da internet. Mostre, por exemplo, que a diversão pode estar em uma brincadeira ao ar livre e com os amigos presentes de forma presencial. A criança na internet não é a única forma de diversão. Você pode até estimular jogos e brincadeiras que eles já fazem de um jeito on-line. 

A internet não é nossa inimiga. Na verdade, pode até ser uma grande aliada. Basta usar com consciência e, no caso das crianças, sob a supervisão dos adultos.

The Little Gym

Se quiser variar nas atividades e tirar seu filho um pouco das telas, fale conosco. Na The Little Gym, oferecemos um espaço seguro e divertido para a criança aumentar a autoconfiança e desenvolver novas habilidades.

Entre em contato para saber mais sobre os nossos programas e a metodologia exclusiva de desenvolvimento infantil que criamos!

Por que a diversidade importa para as crianças?

Feche os olhos e imagine uma princesa. Como ela se parece? Muitos de nós pensamos em uma jovem menina branca, de olhos e cabelos bem claros, como a Cinderela que vimos milhares de vezes ao longo da vida, não é mesmo? Agora, pense: quanto ela se parece com as crianças que você conhece ou convive? E as crianças que não se encaixam nesse biotipo, como fica a cabecinha delas diante da falta de representatividade e diversidade?

Enquanto crescemos, os contos de fadas nos ajudam na construção de valores, comportamentos e até da imagem que temos de nós mesmos. Da mesma forma, as histórias que você conta para seu filho e os conteúdos que ele consome contribuem para moldar quem ele será no futuro. 

As afirmações feitas acima são do Instituto NeuroSaber, responsável por um estudo que diz que as crianças passam por 4 estágios de desenvolvimento: 

  • 1 – Sensório-motor – do nascimento até cerca de 2 anos
  • 2- Pré-operacional – 2 a 7 anos de idade
  • 3- Operacional concreto – de 7 a 11 anos
  • 4- Operacional formal – a partir de 11 anos

É no segundo estágio que elas desenvolvem a memória e a imaginação, etapa que nos interessa especialmente neste artigo sobre representatividade e diversidade. 

Imaginação

Sabe o que tudo isso tem a ver com a representatividade nas histórias? Tudo! 

Enquanto ouvem, leem e assistem histórias sobre princesas, príncipes e heróis, as crianças estão articulando sua imaginação e construindo, a partir dela, a imagem que possuem do mundo. 

Para exemplificar, podemos citar o novo filme da Pequena Sereia, personagem da Disney que será interpretada pela atriz negra Halle Bailey. Com a divulgação do teaser do filme e a revelação da aparência de Ariel, um vídeo circulou pela internet com meninas negras encantadas pela diversidade e representatividade na tela. As crianças ficaram emocionadas em frente à TV ao constatarem que a princesa é negra, assim como elas. 

Clique aqui para ver o vídeo.

Ao se verem representadas na história da pequena sereia, as meninas puderam sentir que pertencem àquele mundo também, que podem ser fortes, corajosas, aventureiras e bonitas. 

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Afinal, todas as princesas e príncipes são descritos como pessoas muito bonitas, mas, se a beleza só está representando um padrão, o que isso quer dizer sobre as crianças que não atendem esse padrão? 

Diferenças e aceitação

Além disso, ao oferecer às crianças narrativas que tenham diversidade e representatividade, permitimos que elas descubram as diferenças. Assim também elas aprendam a aceitar essas diferenças, sejam elas sociais, de cor e raça, idade, orientação sexual e muito mais. 

E, para além das histórias, filmes e livros, também é importante que as crianças estejam rodeadas de pessoas com vivências diferentes. Desta forma, é possível testemunhar sobre o que elas estão lendo, ouvindo ou vivendo. É assim que construímos um futuro saudável e respeitoso para todo mundo. 

Comece agora mesmo a apresentar conteúdos representativos para seu filho. Você vai assistir ao desenvolvimento de seus valores, comportamentos e autoestima acontecer como em um passe de mágica!

5 formas de descobrir o que a criança realmente gosta

Como pais e mães, desejamos que nossos filhos sejam saudáveis, bem-sucedidos, felizes, bem relacionados ou muitas outras coisas. As intenções são sempre as melhores, mas é essencial fazer uma pergunta: como descobrir o que a criança realmente gosta? Quais são as atividades que a empolgam? O que ela gostaria de fazer? Ela está feliz com as atividades que você propõe ou as tarefas agradam mais aos adultos do que ao pequeno?

Algumas crianças podem estar fazendo aula de futebol e serem realmente boas em ginástica, como esta menina que viralizou nas redes sociais ao se mostrar melhor nas acrobacias do que com a bola no pé. Conforme a legenda do vídeo, “todos temos habilidades únicas, talvez você esteja no lugar errado”. 

Você concorda que, neste caso, a garotinha estaria muito mais empolgada em uma aula em que ela pudesse explorar suas acrobacias do que marcando um gol? 

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Em outras palavras, não adianta forçar a criança a praticar uma atividade que ela não gosta. O ideal é estimular aquelas que ela quer praticar, tentando conciliar aquilo que você julga importante com o que seu filho realmente gosta de fazer. Mas como descobrir quais atividades são essas? Preparamos 5 dicas para ajudar nessa empreitada.

1 – Ofereça opções às crianças

Como saber se o sorvete de morango é seu preferido se você nunca teve a chance de experimentar outros sabores? Pois bem, isso também vale para descobrir quais são as atividades que chamam a atenção do seu filho. Se você só oferece balé ou futebol, ele não poderia saber que ama pintar ou tocar um instrumento, por exemplo. 

Sendo assim, sempre que possível, dê chance de escolher às crianças e observe o que mais chama atenção delas. Ela gosta de passar muito tempo ao ar livre? Está muito ligada à música? Gosta de inventar histórias e interpretar papéis? As respostas dadas às atividades ofertadas vão ajudar na descoberta.

2 – Permita que seu filho mude de ideia

As atividades não precisam ser as mesmas para sempre. Todos nós mudamos de opinião, e o mesmo vale para os pequenos. Especialmente porque, normalmente, as crianças estão experimentando certas coisas pela primeira vez. 

O que queremos dizer é: não repreenda seu filho por gostar muito de algo agora e não mais daqui a algumas semanas. Ao invés disso, ensine sobre a responsabilidade que uma decisão carrega, mas explique que ela não precisa ser definitiva. 

Isso vai dar às crianças a autonomia de escolher, mas também a capacidade de entender a importância de ponderar suas escolhas. Este é um passo importante para você descobrir o que a criança realmente gosta.

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Contudo, tente perceber de onde vem a mudança de opinião. Pode ser que elas estejam encontrando dificuldade na tarefa e estejam envergonhadas em dizer. Nesse caso, explique sobre frustração, que toda habilidade vem com esforço e que não é preciso ganhar uma medalha para ser feliz fazendo algo. Afinal, o prazer já é uma grande conquista. 

3 – Mantenha o diálogo 

Da mesma forma que na dica anterior, vale lembrar que seu filho precisa confiar de que você está ali para apoiá-lo e ouvi-lo sobre o que quer que ele precise dividir com você. Preste atenção nas coisas sobre as quais que ele mais gosta de conversar, quais atividades escolares mais se empolga em contar e quais os motivos por trás dessa empolgação. 

Além disso, seja sincero! As crianças podem ser pequenas, mas não são ingênuas. Se você perceber que alguma das atividades que ela se interessa está fora da realidade naquele momento, converse sobre isso, explique o motivo e tente oferecer alguma solução momentânea.

4 – Nem tudo precisa virar uma profissão

Deixe que seu filho experimente e descubra coisas que gosta de fazer apenas pelo prazer, não com o objetivo de que aquilo vire sua profissão no futuro. As crianças precisam ser crianças e viverem um passo de cada vez. 

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Sendo assim, não faça pressão para que seu filho seja o melhor da turma, para que quebre recordes ou faça algo do jeito mais profissional possível. Descobrir o que a criança realmente gosta não é sobre “ser muito bom”. É sobre se divertir e encontrar algo que o faça feliz.

5 – Permita que as crianças escolham

É bem verdade que os pais costumam projetar seus sonhos em seus filhos, mas isso é uma pressão que as crianças não precisam passar. Dito isso, não adianta você seguir todas as dicas se não permitir que os pequenos escolham – ou se só oferecer atividades que você gostaria que eles fizessem. 

Sabemos que isso nem sempre é fácil. Mas é fundamental deixar que as crianças escolham e não sejam julgadas por essas escolhas. Você pode não entender aquela paixão e este pode ser um caminho que nunca imaginou trilhar, mas lembre-se: seu filho é um ser individual, com suas próprias vontades e sonhos. 

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Isso não quer dizer que você não será responsável, claro. No entanto, seja compreensivo na hora de descobrir o que a criança realmente gosta e trate todo percurso com amor e a maturidade que, neste caso, só você tem. 

E aí, gostou das dicas? Que tal colocá-las em prática e estimular seu filho a começar uma nova atividade que ele goste? Na The Little Gym Brasil, oferecemos várias práticas físicas e emocionais que permitem que as crianças experimentem exercícios e sensações. 

Saiba mais aqui.

Crianças na cozinha: criando memórias com seu filho

É bem provável que você tenha uma comida que te lembre a infância, uma receita especial dos seus pais ou avós que, não importa onde ou quando, te transporta diretamente para seus dias de criança. A comida afetiva é aquela que nos conecta com quem somos e, principalmente, com quem preparava aquele prato. Por isso, colocar as crianças na cozinha pode criar memórias que serão só suas. 

Quem aí se lembra do Anton Ego, crítico gastronômico do filme Ratatouille, quando ele experimenta o prato que dá nome ao longa-metragem do ratinho cozinheiro?

Trazer os pequenos para a cozinha também pode ensiná-los a ter uma relação saudável com a comida e os alimentos. Afinal, eles estarão participando do processo de preparação e não apenas os recebendo na mesa. 

A prática ainda estimula o aprendizado, já que eles terão que calcular as quantidades e porções para chegar ao resultado final. As crianças na cozinha podem até descobrir uma nova paixão em cozinhar.

Mas como começar a levar os pequenos para a cozinha? Anote as dicas que preparamos! Aproveite também as receitinhas que separamos no final do artigo.

1 – Tenha paciência

É possível que eles façam uma pequena bagunça, mas não é de propósito. Neste caso, a desordem faz parte do processo. 

No entanto, para evitar uma sujeira maior e o desperdício de alimentos, separe as quantidades em pequenos potes e supervisione enquanto eles estiverem os manuseando. Não os recrimine caso derrubem ou espalhem algo. Pelo contrário: mostre com carinho a forma certa de fazer.

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No final de tudo, inclua as crianças na limpeza. Aproveite para ensinar sobre a importância de deixar a cozinha organizada após a refeição.

2 – Esteja por perto o tempo todo

A cozinha pode ser um lugar perigoso, com todos os talheres, vasilhas e, principalmente, o fogo. 

Então, quando o assunto é crianças na cozinha, além de estar de olho neles o tempo todo, prefira receitas que não use tanto o fogão e sempre que for necessário cortar ou realizar uma tarefa mais complicada, faça você mesmo.

Na hora de colocar as crianças na cozinha, isso pode até se tornar um jogo de “tarefas de adulto” e “tarefas de criança”.

3 – Ofereça filmes e livros que abordam a temática

Já que estamos falando de crianças na cozinha, vale lembrar que elas também se interessam pelo que assistem e leem. 

Além de Ratatouille, que citamos no começo do artigo, Tá Chovendo Hambúrguer e A Fantástica Fábrica de Chocolate são excelentes pedidas. Vocês podem até tentar reproduzir alguma das receitas dos filmes. 

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Outra dica legal é o livro A Cozinha Curiosa das Fábulas, em que a autora Katia Canton reúne algumas das fábulas mais conhecidas e, para cada uma delas, apresenta uma receita deliciosa e fácil que você e seu filho podem fazer juntos. 

4 – Divirtam-se!

Não se esqueça do que falamos no início, a cozinha é um dos lugares em que construímos grande parte das nossas memórias afetivas. Então, não se esqueça de tornar esse momento leve e especial. 

Façam receitas diferentes, permita que errem e acertem e que as crianças na cozinha se divirtam no processo. Essa pode ser uma tradição que será passada da sua geração para a deles e as próximas. 

Agora que já demos dicas de como levar os pequenos para a cozinha, chegou a hora de pôr a mão na massa com 3 receitas fáceis e deliciosas para vocês fazerem hoje mesmo!

3 RECEITAS PARA FAZER COM AS CRIANÇAS NA COZINHA

Snack de Queijo

Ingredientes

  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo
  • Meia colher de chá de fermento químico em pó
  • Meia colher de chá de sal
  • Meia xícara de chá de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
  • 200g de queijo muçarela ralado
  • 4 colheres de sopa de água gelada
  • 1 ovo

Modo de preparo

  1. Em um processador, coloque a farinha, o fermento e o sal e pulse para misturar. Adicione a manteiga, o queijo e bata até obter uma mistura homogênea.
  2. Acrescente a água gelada aos poucos e bata até obter uma mistura com textura levemente úmida.
  3. Coloque a mistura em uma forma retangular forrada com plástico filme e espalhe totalmente, pressionando até obter uma massa fina. Cubra com plástico filme e leve para geladeira por cerca de 30 minutos.
  4. Em uma bancada limpa, coloque a massa ainda sobre o plástico filme e abra com o auxílio de um rolo de massa.
  5. Com uma faca ou cortador de massa, corte os snacks no tamanho que desejar e coloque-os em uma forma.
  6. Pincele os snacks com o ovo levemente batido. Leve para assar em forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 15 minutos, e sirva quando estiverem douradinhos

Palha Italiana

Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado
  • 8 colheres de sopa de chocolate em pó
  • meia colher de sopa de margarina
  • 1 pacote de biscoito maisena

Modo de preparo

  1. Pique o biscoito em pedacinhos pequenos e reserve.
  2. Com o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó, faça um brigadeiro.
  3. Assim que o brigadeiro começar a soltar do fundo da panela, misture o biscoito picado até formar uma massa, retire do fogo.
  4. Unte uma bancada de mármore, ou alguma superfície lisa, com margarina e despeje essa massa.
  5. Abra a massa, batendo com a palma das mãos.
  6. Deixe esfriar e corte em quadradinhos

Cachorro quente divertido

Ingredientes para o Molho

  • 1 fio de azeite
  • meia cebola ralada
  • 4 tomates maduros picados
  • meia xícara de chá de água
  • meia colher de chá de sal
  • 1 colher de sopa de manjericão fresco
  • 12 cenouras baby

Ingredientes para a Batata Palha Caseira

  • 2 batatas
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 pitada de sal

Montagem

12 minipães

Modo de preparo do Molho

  1. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e os tomates.
  2. Adicione a água, o sal, o manjericão e as cenouras baby.
  3. Cozinhe por cerca de 20 minutos ou até as cenouras ficarem macias. Reserve.

Modo de preparo da Batata Palha Caseira

  1. Descasque as batatas e corte em rodelas bem finas, em palitos, com o auxílio de um fatiador.
  2. Em uma assadeira, coloque as fatias de batata separadamente e adicione o azeite e o sal. Misture bem. Asse em forno médio-alto (200°C), preaquecido, por 15 minutos ou até que estejam douradas.

Montagem

  1. Recheie cada mini pão com uma cenoura baby e um pouco de molho, cubra com a batata palha. Sirva.

E aí, o que achou das receitas? Quando preparar alguma delas, marque o perfil da @thelittlegymbrasil no Instagram. Mal podemos esperar para ver o que você e as crianças na cozinha fizeram juntos!

5 benefícios de uma colônia de férias para o seu filho

As vantagens da atividade física para o desenvolvimento infantil já são super conhecidas. O que dizer, então, quando elas são combinadas com novas amizades, diversão, um lanche saudável e uma dose extra de movimento? Sim, estamos falando dos benefícios de uma colônia de férias!

Além de ser uma ótima alternativa para pais e mães que precisam trabalhar enquanto os pequenos estão de folga da escola, a colônia de férias estimula muito a socialização. Ela também ajuda a disseminar hábitos saudáveis e atua na evolução física, mental e emocional de meninos e meninas.

Entre os benefícios de uma colônia de férias podemos citar:

1 – Convivência e socialização 

As colônias de férias proporcionam momentos incríveis para os pequenos. As atividades estimulam a convivência com outras crianças e muita socialização.

A interação acontece o tempo todo. 

Além disso, esse tipo de programação privilegia a convivência e deixa as telas um pouquinho de lado, uma preocupação constante de quem tem filhos nesta época hiperconectada em que vivemos.

Assim, a colônia de férias acaba sendo também uma excelente oportunidade de incentivar que a criança tenha uma folga de computadores, celulares e videogames. 

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As atividades permitem que as crianças explorem novos interesses e habilidades que podem ajudá-las a encontrar coisas que curtem e nem sabiam. Um determinado esporte, por exemplo, um instrumento ou até mesmo um interesse por arte ou artesanato. 

Por outro lado, isso também pode ajudar a construir confiança e elevar a autoestima.

2 – Movimento e exercício físico 

Uma pesquisa da Escola de Educação de Harvard confirma o que temos visto na prática, durante 40 anos de ginástica para crianças e adolescentes, aqui na The Little Gym:  a prática de exercícios físicos caminha juntinho com desenvolvimento intelectual. 

Segundo o estudo, alunos que fazem ginástica tendem a ter mais sucesso na escola, e isso tem uma enorme ligação com características como determinação, coragem, persistência e equilíbrio.

Falamos um pouco mais sobre isso aqui.

Na colônia de férias, as crianças praticam atividades diversas, aprendem coisas novas e gastam energia, colocando o corpo para se movimentar e ganhando cada vez mais gosto pelo exercício físico.

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Proporcionar oportunidades que envolvam atividades físicas fará com que o seu comportamento e desempenho, em casa e na escola, melhorem naturalmente.

3 – Criatividade e paciência 

E não é apenas a parte física que se trabalha na colônia de férias. A disciplina, a atuação em equipe, a paciência e a criatividade são igualmente estimuladas.

O ambiente e as metodologias usadas nas colônias de férias mais organizadas refinam habilidades como a resiliência, o olhar lúdico, o raciocínio lógico, os talentos motores e a capacidade de criar. 

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A capacidade de inovar, imaginar, produzir o novo, criar aquilo que ninguém pensou antes é muito aguçada nas crianças, principalmente porque elas não têm tantos julgamentos como nós adultos. 

Ao oferecer atividades que estimulam ainda mais essa capacidade, a colônia de férias potencializa um jeito de ver o mundo que traz ganhos para a vida, inclusive na trajetória profissional quando as crianças crescerem.

4 – Alimentação e hábitos saudáveis

As melhores colônias de férias têm uma preocupação extra com a alimentação dos participantes. Afinal, é preciso garantir não apenas a saúde, mas também energia, disposição, felicidade e bom humor dos pequenos durante as atividades.

Hábitos como escovar bem os dentes e usar os talheres, copos e pratos da forma correta são trabalhados ao longo das atividades de forma leve, dinâmica e divertida.

5 – Segurança e conforto 

Colônias de férias bem estruturadas oferecem segurança para os pequenos e tranquilidade para os pais. 

Por isso, é fundamental pesquisar as opções e escolher instituições, escolas ou academias que tradicionalmente já trabalham com crianças e adolescentes.

Com a pandemia, outro ponto de atenção são as normas ligadas à prevenção da Covid-19. Em outras palavras, é preciso ficar de olho no limite de alunos e cuidados básicos de higiene e proteção.

Se estiver em busca de uma opção nota 10, fale com a gente!

Na The Little Gym, nossos instrutores são treinados para lidar com seu pequeno, utilizando muito amor e uma metodologia que desenvolvemos e aperfeiçoamos ao longo de 40 anos. Acreditamos que a diversão é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento infantil.

Por isso, oferecemos um espaço seguro e divertido para a criança gastar energia, aumentar a autoconfiança e desenvolver habilidades.  Fale com a gente para saber!

Festas juninas: você sabe de onde vem essa tradição?

Para quem ama o clima de uma quadrilha (olha a cobra! é mentira!) e as delícias do cardápio das festas juninas, vamos combinar que não tem época do ano melhor. Comidas típicas, quadrilha, bandeirinhas coloridas, fogueira e muita animação marcam o período. 

Santo Antônio no dia 13, São João no dia 24 e São Pedro no dia 29 são as principais datas, mas os festejos se estendem pelo mês inteiro e até além dele. Então, que tal aproveitar a ocasião para conhecer ou relembrar algumas curiosidades em torno das festas juninas?

Origens 

As festas juninas foram trazidas ao Brasil pelos portugueses, pouco depois do Descobrimento. Logo os costumes indígenas e afro-brasileiros foram incorporados às celebrações. No entanto, tudo começou muito antes, nos rituais dos antigos povos germânicos e romanos, que viviam no campo, na antiguidade ocidental. 

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Lá, na passagem do inverno para o verão, que acontece em junho na Europa, esses povos prestavam homenagens a diversos deuses, em rituais de agradecimento às boas colheitas e à fertilidade das terras.

Assim, embora os grandes homenageados – Santo Antônio, São João e São Pedro – sejam santos católicos, as festas juninas nasceram bem antes do surgimento do catolicismo. 

“Os europeus comemoram por séculos o solstício de verão de forma pagã. As festividades eram uma forma de pedir por colheitas generosas. No Brasil, os índios também comemoravam algo semelhante na mesma data, principalmente os tupinambás”, explicou o professor Fernando Pereira da Silva, especialista em cultura popular, em entrevista à Revista Crescer.

De acordo com o especialista, ao perceber que não conseguiria acabar com as tradições pagãs, a Igreja Cristã incorporou seus elementos e deu a eles novos significados. A fogueira, por exemplo, era uma homenagem aos deuses pagãos. “A Igreja transformou a fogueira na maneira que Santa Isabel, mãe de João Baptista, avisou à Virgem de Maria que seu filho havia nascido, para que ela pudesse visitá-lo”, contou o professor à reportagem.

O arraiá

O espaço onde se reúnem todos os festejos do período é chamado de arraial. No modo caipira de dizer, o arraiá é geralmente decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro.

Alguns instalam o pau de sebo, um mastro de madeira alto em que o objetivo é subir para alcançar o prêmio colocado no topo. Essa tradicional brincadeira das comemorações juninas começou com uma árvore de origem chinesa que dá frutos gordurosos.

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A espécie era revestida de sebo e, em seu topo, os organizadores da brincadeira colocavam uma nota de dinheiro. Quem conseguisse chegar ao topo, levava a bolada.

Comidas típicas

O cardápio é repleto de delícias, inspiradas na culinária indígena e nas influências dos negros, portugueses e italianos. Cada região tem seus pratos típicos, mas alguns ingredientes, como milho, coco ralado, amendoim e mandioca não podem faltar.

Quadrilha 

A quadrilha também tem presença garantida. Ela foi inspirada nas danças de salão francesa, ganhando cores e sons bem brasileiros. O figurino é feito de jeans, chapéu, remendos, xadrez e muitos babados, enquanto a trilha sonora aposta em ritmos como xote, baião, forró e música sertaneja, sempre com muitos instrumentos como sanfona, triângulo, reco-reco e viola.

Outros símbolos

Um dos símbolos herdados dessa festa pagã foi a fogueira, que surgiu como um símbolo de agradecimento pela colheita, além de ser uma forma de aquecer as pessoas no frio.

Enquanto na Europa as fogueiras das festas juninas marcavam rituais de chegada do verão, o chamado solstício, no Nordeste do Brasil se agradecia às chuvas enviadas por São Pedro em regiões áridas, pois era algo que ajudava os povos que viviam da lavoura.

Brincadeiras como pescaria, estalinhos e arremesso de argolas, casamento caipira e o correio do amor (ou correio elegante, como a brincadeira também é conhecida) são outras atrações muito comuns nas festas juninas.

Já os fogos de artifício vieram para espantar sentimentos ruins e atrair sorte. Agora que você já viu de onde vieram algumas das principais tradições das festas juninas, que tal buscar uma delas na agenda da sua cidade e curtir muito? Nossas unidades já estão no clima!

The Little Gym

Quer conhecer as atividades que a The Little Gym oferece para cada faixa etária? Clique aqui e veja os nossos programas ou fale com a nossa equipe.

5 formas de levar educação financeira às crianças

Precisamos falar sobre a educação financeira das crianças. Mesmo que o tema pareça chato ou assustador à primeira vista, as conversas sobre dinheiro ajudam a criar adultos mais responsáveis com as finanças.

Do contrário, se o assunto não faz parte da infância, as chances de termos um adulto que não sabe o real valor do dinheiro são enormes. É por isso que a educação financeira precisa começar desde cedo.  

Para começar, vale lembrar que a chave de uma boa educação financeira infantil passa por entender a gerenciar recursos. 

Afinal, não estamos falando apenas de dinheiro. A lógica vale para brinquedos, material escolar, roupas e outros itens de uso diário do seu pequeno. Como ensiná-lo a lidar de forma equilibrada com o consumo?

Separamos 5 dicas para a educação financeira das crianças.

1 – Faça uma venda de garagem ou leve seu filho a um brechó

Vendas de garagem e brechós são divertidas e sustentáveis. Que tal aproveitar aquela organização dos armários para reunir brinquedos, livros e roupas que não servem mais e criar um evento envolvendo a vizinhança? 

Se preferir, escolha um brechó e leve seu filho para ver como funciona, na prática, esse tipo de economia. 

Brechós e vendas de garagem podem ser  super divertidos. Ambos também são oportunidades maravilhosas para falar sobre reutilização e reciclagem.

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As crianças mais novas vão adorar escolher um livro ou brinquedo. E as mais velhas poderão descobrir rapidamente que o dinheiro da mesada vai muito mais longe nestes espaços do que no shopping, por exemplo. 

2 – Aposte em games de educação financeira 

Da próxima vez que seu filho pedir um tempo para usar o computador, deixe-o experimentar alguns dos jogos online que ensinam habilidades sobre dinheiro. Muitos sites de cooperativas de crédito têm jogos e outras atividades, como páginas para colorir. 

Jogos de tabuleiro também abordam a educação financeira de forma leve e divertida Os bons e velhos jogos de tabuleiro, como Banco Imobiliário e Jogo da Vida, por exemplo, são uma ótima pedida. 

“Sem perceber, a criança começa a dar mais valor ao dinheiro, pois sabe que não pode gastar descontroladamente. Se não, acaba”, diz Liao Yu Chieh, professor e head de educação do C6 Bank, em entrevista ao site e | investidor do jornal O Estado de São Paulo.

Chieh explica na reportagem que os games que envolvem dinheiro de mentirinha ensinam a gerir ganhos e despesas. O professor ressalta que as crianças aprendem que todas as decisões têm consequências monetárias.

3 – Defina uma meta de poupança familiar

Seu filho quer ir para a Disney ou sonha com outra viagem? Ele gostaria de um brinquedo especial? Coloque uma meta de longo prazo e comece um fundo em uma caixinha ou cofrinho, sugere o escritor Sam Renick, autor do livro infantil It’s a Habit, Sammy Rabbit! 

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A obra, ainda sem tradução para o português, ensina educação financeira para crianças de forma divertida e interativa. Isso faz com que a família trabalhe em equipe, diz Renick. 

Os pequenos podem ajudar a depositar seu troco no cofrinho e até contribuir com parte de sua mesada de tempos em tempos.

4 – E por falar em mesada…

Uma das maiores aliadas na educação financeira infantil é a mesada. Especialistas indicam que a prática pode ser adotada a partir dos 4 anos de idade.

De acordo com a psicóloga Cristiane Alves Lorga, em entrevista ao blog Sempre Família, o ideal é começar com uma “semanada”. Ao receber uma quantia semanal em dinheiro, a criança aprende a esperar, a definir prioridades e a poupar para atingir um determinado objetivo. 

“É importante que fique claro, tanto aos pais, quanto aos filhos onde e com o quê a criança vai usar a semanada, e ela precisa ser condizente com os custos do filho. Por exemplo, se ela for para compra de lanche na escola, é feito um cálculo real e suficiente para o lanche da semana. Caso a criança queira economizar para compra de algo extra, ela levaria lanche de casa. Outra boa ideia seria sentarem para ajustes mensais, no começo, assim os pais também acompanham a desenvoltura do filho”.

Cristiane Alves Lorga, psicóloga, em entrevista ao blog Sempre Família

Vale lembrar ainda que a melhor forma de ensinar é ser exemplo. E isso vale também para o equilíbrio dos gastos da família. Ao assistir à família gastar com responsabilidade, seu filho tende a crescer igualmente responsável com o dinheiro dele.

5 – Visite o banco físico ou virtual 

Levar seu filho ao banco vale mais do que apenas um pirulito grátis. Observar as transações bancárias ajuda as crianças a entender o que realmente é o dinheiro. Deixe seu filho participar o máximo possível.

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À medida que seu ele cresce, considere abrir uma conta para ele e ajude-o a aprender a controlar suas economias. Muitos bancos e cooperativas de crédito têm contas especiais sem taxas para crianças, com materiais educativos e atividades online que ajudam na educação financeira.

Por fim, não se esqueça que a compreensão de que algumas pessoas têm mais do que outras – e que aqueles com mais podem ajudar os que têm menos – sempre deve fazer

Ginástica para crianças, uma aliada no sucesso escolar

Uma pesquisa da Escola de Educação de Harvard confirma o que temos visto na prática, durante 40 anos de ginástica para crianças e adolescentes:  a prática de exercícios físico caminha juntinho com desenvolvimento intelectual dos pequenos. Segundo o estudo, alunos que fazem ginástica tendem a ter mais sucesso na escola, e isso tem uma enorme ligação com características como determinação, coragem, persistência e equilíbrio.

 A pesquisa ouviu mais de 4 mil adolescentes e concluiu que a prática constante de atividades físicas estimula o que eles chamam de “mentalidade de crescimento”, além da capacidade de manter um estilo de vida equilibrado. De acordo com os pesquisadores, as mesmas características contribuem para que as crianças tivessem sucesso na sala de aula.

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Antes de darmos uma olhada nas conclusões do estudo de Harvard, um convite: assista às aulas virtuais da The Little Gym em Casa, um projeto que criamos especialmente para ajudar as crianças a se movimentarem durante o isolamento imposto pela pandemia do coronavírus. As aulas estão disponíveis no nosso canal do Youtube, divididas por faixa etária, com atividades para crianças ATÉ 3 ANOS, de 3 A 6 ANOS e de 6 A 12 ANOS. 

Clique aqui para acessar as aulas online da The Little Gym.

 Agora, voltando ao estudo de Harvard, vamos ao que ele concluiu:

1 – A ginástica desenvolve determinação

Determinação é a qualidade que faz você continuar tentando fazer uma determinada atividade ou alcançar algo que é difícil. Simplesmente assista a uma ginasta iniciante aprendendo um dos primeiros passos de sua modalidade e você verá na prática o que estamos querendo dizer. 

2 – A ginástica cultiva a coragem 

Correr a toda a velocidade rumo a um objeto e se lançar sobre ele? Balançar-se uma barra pendurada no ar? Desafiar a lei da gravidade regularmente? Quem faz ginástica pode até enfrentar algum desconforto e ter medo, mas escolhe fazer e superar etapas. Uma das principais características de quem tem coragem!

3 – A ginástica estimula a persistência

Caia sete vezes, levante-se oito. O provérbio japonês é muito lembrado por quem pratica atividades ligadas à ginástica olímpica e outras modalidades de ginástica. Desenvolver essa qualidade permite que a criança ou adolescente continue fazendo algo ou tentando fazer algo, mesmo que seja difícil … Isso é a definição de persistência, não?

4 – Quem faz ginástica ganha uma mentalidade de crescimento

Para quem pratica exercícios físicos regularmente, é praticamente impossível não acreditar que nossas habilidades mais básicas podem ser desenvolvidas através de dedicação e trabalho duro. Caso contrário, por que alguém que pratica uma atividade física se incomodaria com a regularidade?

Melhor ainda é saber que uma mentalidade de crescimento ajuda a criar amor pelo aprendizado e resiliência, que é essencial para grandes realizações. 

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Já conheceu um praticante de ginástica que não gostava de aprender coisas novas ou que deixou de realizar uma coisa porque teria que enfrentar uma dificuldade ou depois de um revés? Nem nós.

5 – A ginástica exige um estilo de vida equilibrado

Com as crianças não é diferente. De acordo com a neurocientista Christina Hinton, professora da Escola de Educação de Harvard, “os resultados sugerem que a coragem não exige esforço a todo custo, mas sim cultivar habilidades saudáveis ​​de regulação emocional e estratégias eficazes de aprendizado”. 

Quem pratica ginástica entende isso. A importância do sono, da nutrição adequada, de reservar um tempo para a família, por exemplo, são noções que vêm junto com a prática física e a disciplina, desde os primeiros passos dos nossos jovens atletas. 

Raciocínio e memória

É importante destacar ainda que exercícios físicos praticados por crianças e adolescentes em idade escolar cooperam na concentração e fixação dos conteúdos ensinados em sala de aula. Além disso, o movimento estimula o raciocínio lógico e a memória. 

A concentração é outra que ganha muito com os exercícios. Por fim, vale ressaltar que práticas físicas ajudam a ativar a circulação dos músculos do corpo, corrigem posturas inadequadas e auxiliam na oxigenação do cérebro, o que está diretamente ligado, também, ao progresso nos estudos. 

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Quanto mais variada e cheia de estímulos for a prática, melhor para o desenvolvimento da criança. No Brasil, estima-se que 7,3% das crianças menores de cinco anos estejam acima do peso. Na América do Sul, são 2,5 milhões de crianças com sobrepeso ou obesidade. Alimentação incorreta e sedentarismo são as principais causas.

Por isso, incentivar os pequenos a começarem desde cedo a praticar uma atividade é essencial para que eles se habituem com um estilo de vida em movimento. 

 Veja a seguir a melhor atividade física para cada idade:

O incentivo à prática de atividades físicas deve vir literalmente de berço. Bebês devem ser estimulados desde cedo a movimentos para alcançar, puxar ou empurrar objetos. Ao começar a engatinhar, a criança deve ser levada a explorar ambientes seguros, sempre sob o olhar atento de um adulto.

Ajudá-lo a superar obstáculos, como almofadas e travesseiros em cima de um edredom, por exemplo, contribui para o desenvolvimento físico e emocional.

As crianças dessa faixa etária devem fazer pelo menos 3h de atividades físicas de qualquer intensidade distribuídas ao longo do dia. Jogar bola ou andar de bicicleta, brincar de pique-esconde ou pega-pega, jogos, corridas ou outras atividades que estimulem a coordenação motora são super indicadas.

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A partir dessa idade, os pequenos já estão prontos para aproveitar atividades estruturadas como natação, ioga, danças, lutas e esportes coletivos.

Esportes como futebol, vôlei, natação, handebol e ciclismo, ginástica rítmica e artística, entre outras atividades, são algumas das práticas recomendadas para crianças a partir de 6 anos.

Durante pelo menos 1 hora por dia, por pelo menos três vezes por semana, elas ajudam a fortalecer e a desenvolver e músculos e ossos, além de estimularem habilidades físicas como ritmo, agilidade, força, coordenação, equilíbrio e velocidade.

Quer conhecer as atividades que a The Little Gym oferece para cada faixa etária? Clique aqui e veja os nossos programas ou fale com a nossa equipe.

Descubra a melhor atividade física para cada idade

Não é segredo para ninguém que praticar atividades físicas faz uma enorme diferença na nossa disposição diária, na nossa qualidade de vida futura e na prevenção de problemas de saúde. Com as crianças é a mesma coisa. O que muda, apenas, são os exercícios indicados e a intensidade com que devem ser feitos. Portanto, o primeiro passo é descobrir a melhor atividade física para cada idade.

Quanto mais variada e cheia de estímulos for a prática, melhor para o desenvolvimento da criança. No Brasil, estima-se que 7,3% das crianças menores de cinco anos estejam acima do peso.

Enquanto isso, na América do Sul, são 2,5 milhões de crianças com sobrepeso ou obesidade. Alimentação incorreta e sedentarismo são as principais causas.

Por isso, incentivar os pequenos a começarem desde cedo a praticar uma atividade é essencial para que eles se habituem com um estilo de vida em movimento. Veja as a melhor atividade física para cada idade:

Bebês

O incentivo à prática de atividades físicas deve vir literalmente de berço. Bebês devem ser estimulados desde cedo a movimentos para alcançar, puxar ou empurrar objetos. Ao começar a engatinhar, a criança deve ser levada a explorar ambientes seguros. Sempre sob o olhar atento de um adulto, é claro.

Assim, ajudá-lo a superar obstáculos, como almofadas e travesseiros em cima de um edredom, por exemplo, contribui para o desenvolvimento físico e emocional.

3 até 5 anos

As crianças dessa faixa etária devem fazer pelo menos 3h de atividades físicas de qualquer intensidade distribuídas ao longo do dia. Jogar bola ou andar de bicicleta, brincar de pique-esconde ou pega-pega, jogos, corridas ou outras atividades que estimulem a coordenação motora são super indicadas.

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Serious fun: por que acreditamos que brincadeira é coisa séria

A partir dessa idade, os pequenos já estão prontos para aproveitar atividades estruturadas como natação, ioga, danças, lutas e esportes coletivos.

A partir de 6 anos

Esportes como futebol, vôlei, natação, handebol e ciclismo, ginástica rítmica e artística, entre outras atividades, são algumas das práticas recomendadas para crianças a partir de 6 anos.

Durante pelo menos 1 hora por dia, por pelo menos três vezes por semana, elas ajudam a fortalecer e a desenvolver e músculos e ossos, além de estimularem habilidades físicas como ritmo, agilidade, força, coordenação, equilíbrio e velocidade.

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