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Crianças em casa: 5 dicas para criar uma rotina realista

A maioria dos pais tira de letra quando as crianças estão em casa, um dia ou dois, em caso de doença ou algum imprevisto. Mas, com o coronavírus forçando o fechamento de escolas em todo o país e as medidas de distanciamento social levando muitos de nós a trabalhar em casa, a coisa complicou. Então, precisamos de um novo plano. Uma programação diária simples e flexível que ajudará a aliviar parte da tensão deste momento.

Veja como criar uma programação realista:

Estime suas horas de trabalho

Trabalhe com sua equipe para descobrir suas principais prioridades nas próximas semanas, tendo em mente que milhões de pessoas estão enfrentando a mesma situação com crianças em casa e talvez não seja possível obter uma semana de trabalho completa toda semana durante o fechamento da escola.

Priorizar é a chave.

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Observe sua carga de trabalho no início de cada semana e calcule quantas horas você precisará para concluir tudo o que precisa ser feito. Use esse número para descobrir quantas horas você precisará por dia.

Programe turnos se puder

Para quem tem um parceiro, vale conversar e descubrir quais turnos você pode dividir com ele neste momento de crianças em casa. Programe com antecedência quem está no serviço de paternidade e quem está no trabalho naquele horário. Por exemplo, um pode trabalhar das 6h às 13h e o outro, das 13h às 20h.

Essa é uma programação normal? Não, mas oferece sete horas de trabalho todos os dias.

Dedicar um tempo para se comunicar e elaborar um plano que priorize o tempo para vocês dois ajudará muito a evitar problemas nas próximas semanas.

Construa um jogo independente

Embora possa parecer melhor tentar fazer o trabalho enquanto brinca com seus filhos, na realidade isso é uma meta difícil de ser atingida. As crianças ficam frustradas quando sentem que realmente não estamos prestando atenção nelas. E, naturalmente, também odiamos quando somos interrompidas 15 vezes enquanto tentamos enviar um único e-mail.

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Em vez disso, enquanto estiver com as crianças em casa, programe um horário todos os dias em que você espera que seu filho aprenda de forma independente. Isso pode ser difícil no começo, mas ele vai se adaptar se você for firme. Realmente ajuda se atividades independentes forem agendadas no mesmo horário todos os dias. Pense em que horas seu filho pode ter mais sucesso aprendendo de forma independente. Uma dica: provavelmente não é no final da tarde!

Planeje trabalhar ao lado de seu filho em meio período

Tenha momentos em sua programação diária, onde você trabalha ao lado do seu filho. Isso vai ajudá-lo a ser independente. Crie uma lista de projetos, como uma redação sobre um livro de historinha, por exemplo, que ele pode fazer enquanto vocês estiverem sentados juntos, com você trabalhando. Mesmo uma criança mais nova pode ter algum tempo para desenhar ou colorir enquanto você trabalha na mesma mesa.  

Mantenha-se adaptável e realista

Muitos de nós rimos da planilha otimista de “programação diária” que os pais compartilharam quando as escolas começaram a fechar.

Você começou com uma programação que incluía uma hora de ioga, artes e ofícios, seguida de algumas horas de leitura independente, perfeitamente programadas para as reuniões da tarde, mas nada disso funcionou? Saiba que você não está sozinho! 

Em vez de criar um cronograma com base nas atividades que você deve planejar todos os dias e correr o risco de se seu filho perder o interesse ou uma reunião aparecer no seu calendário, tente criar um cronograma com base nos tipos de tempo em família que incorporam esses elementos básicos para essa temporada com crianças em casa. Por exemplo:

  • Tempo de conexão familiar 
  • Tempo de aprendizado independente 
  • Tempo de aprendizagem com a sua orientação
  • Hora da refeição e lanche 
  • Descanso
  • Tempo de jogo independente 
  • Tempo de tela ou tempo de tecnologia 

A seguir, colocamos um exemplo real de programação com base nesses blocos. É claro que você pode fazer o que quiser, mas o importante é que você e seu filho saibam que tipo de tempo com a família esperar todos os dias.

É especialmente útil que isso aconteça em uma programação consistente, o que dará uma sensação vital de normalidade a esses tempos muito estranhos.

7h: Despertar + se conectar com as crianças

Mesmo se você estiver super estressado com a sua lista de tarefas, uma boa estratégia é começar o dia desenvolvendo pouco de atividades com seu filho. Isso ajudará a prepará-lo para que seja mais independente no resto do dia.

Você também pode usar esse tempo para trabalhar com ele no aprendizado: leia junto após o café da manhã, pratique as habilidades matemáticas que ele estiver aprendendo ou trabalhe em uma atividade ou lição enviada para casa da escola pelo professor do seu filho.

9h: Separe os materiais escolares

Passe alguns minutos ajudando seu filho a iniciar o dever de casa, caso a escola tenha enviado algum, e depois trabalhe ao lado dele. Se não tiver deveres da escola, nossa dica é colocá-lo para montar um projeto de Lego, um quebra-cabeças ou algum tipo de arte que ele ame o suficiente para brincar de forma independente.

12h: Almoço

Dentro do possível, guarde os telefones celulares e mantenha o foco na refeição. Essa dica vale não apenas para o período de quarentena com crianças em casa, mas para qualquer período!

13h: Cochilo para crianças pequenas, brincadeira independente para as mais velhas

No caso de filhos que já passaram da idade de hora do cochilo, estabeleça um “tempo de silêncio” regular ou um tempo de jogo independente no quarto após o almoço. É importante que isso aconteça aproximadamente à mesma hora todos os dias (ou pelo menos no mesmo ponto da sua rotina diária).

15h: Hora opcional da tela

Passe alguns minutos se reconectando ao seu filho após o término da brincadeira independente e, em seguida, convém liberá-lo para mais um tempo de tela, especialmente se você ainda tiver trabalho a fazer e não tiver um parceiro com quem trocar. Se você não quiser o tempo da tela, uma opção é colocar um áudio livro infantil.

Para uma criança mais velha, você também pode usar esse tempo para atribuir tarefas acadêmicas a serem concluídas. Peça-lhes que leiam alguns capítulos de um livro ou solicitem que escrevam uma história criativa.

16h: Façam algumas tarefas juntos

Se todo mundo estiver em casa o dia todo fazendo mais do que a quantidade normal de bagunça, uma coisa é clara: manter a casa limpa é tarefa de toda a família agora. Você simplesmente não terá tempo ou energia para fazer isso sozinho.

Portanto, convoque seu filho para ajudar nas tarefas domésticas. As crianças pequenas geralmente gostam de dobrar a roupa ou ajudar com a louça e cozinhar. Qualquer que seja a idade do seu filho, há uma tarefa apropriada à idade que ele pode fazer para ajudar em casa.

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Pode ser que filhos acostumados a ter toda a sua atenção sempre que estão em casa se aborreçam nos primeiros dias. Mas não se preocupe! As crianças são adaptáveis ​​e realmente são capazes de brincar e aprender de forma independente. Afinal, eles trabalham e brincam sem a gente na escola o tempo todo!

Crie um cronograma simples, avalie após uma semana ou mais e faça as alterações necessárias para o período com crianças em casa. Lembre-se, mamãe: estamos todos juntos nisso e vamos superar isso!

Texto originalmente publicado em inglês no site Mother.ly.

Vá de Marie Kondo: um guia para organizar brinquedos na quarentena

Marie Kondo é uma especialista em organização pessoal, empresária e escritora japonesa. Eleita pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do planeta, Kondo escreveu quatro livros sobre organização pessoal, que venderam milhões de cópias e foram traduzidos para mais de 40 idiomas. Por isso, não temos dúvida em dizer: vá de Marie Kondo nesta quarentena, para organizar brinquedos no quarto de seus filhos ou na sala de brinquedos! Veja dicas da especialista japonesa e outras.

A PREPARAÇÃO

Faça um plano

Uma boa maneira de começar a organizar brinquedos é identificar o que você deseja realizar durante a limpeza. Existem brinquedos antigos que podem ser doados ou vendidos em um bazar? Seu filho precisa de mais espaço para livros? Anote as tarefas que deseja executar e vai se sentir melhor com o trabalho.

Comece onde você está

É o impulso motivacional secreto para o que pode parecer uma tarefa assustadora. Como recomenda a jornalista Jennifer Landis, criadora do blog Mindfulness Mama, qualquer projeto de limpeza deve começar com UM lugar. Neste caso, você já escolheu o quarto do seu filho ou o quarto dos brinquedos, certo?

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Independentemente de você utilizar um quarto para todos os fins ou ter uma sala específica para as brincadeiras, pegue suas sacolas “para guardar”, “doar” e “jogar fora” e vá em frente na tarefa de organizar brinquedos!

Mexa-se!

Se já faz um tempo desde que você aspirou os cantinhos do quarto pela última vez, é hora de mudar as coisas de lugar, ou pelo menos arrastá-las para o meio da sala, como recomenda a guru Marie Kondo.

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Não é apenas a melhor maneira de limpar cantos e recantos, mas também um ótimo jeito de deixar você mais atenta ao que decide guardar na hora de organizar brinquedos.

O QUE JOGAR FORA

As coisas do bebê que cresceu

Você ainda tem travesseiros, carrinhos ou brinquedos de bebê, mesmo que seus filhos já tenham crescido? Caso você não pretenda aumentar a família, talvez seja hora de repassá-los para as mamães com filhos mais novos ou doar para quem precisa.

Recicle, transformando antigas caixas para guardar fraldas em caixas de organizar brinquedos ou recipientes de menores em um espaço de organização do lápis de cor, por exemplo.

Qualquer coisa quebrada

Uma boa maneira de começar a jogar fora na hora de organizar brinquedos é escolher as coisas que estão quebradas. Aquela bolsa que perdeu o feixe? Três partes de um brinquedo que, sem o resto, não servem para nada? Pedaços de giz de cera que você sabe que nunca transformará em pequenos materiais de colagem? Deixe tudo ir e aproveite a sala para respirar!

Pequenos brinquedos aleatórios

Sabe aqueles pequenos brinquedos de plástico que seus filhos ganharam nas festas dos amiguinhos ou da escola e até hoje não entraram na lista de favoritos em suas brincadeiras? Então, na hora de organizar brinquedos jogue fora. 

Coisas que seus filhos não amam

Vamos admitir que esta será uma batalha, mas se o seu pequeno acumulador tiver idade suficiente para realizar a tarefa de decidir o que ele ama realmente e o que não ama, isso será uma maravilhosa oportunidade de doar os brinquedos que estão boa condição. 

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Se ele de repente quiser se tornar inseparável de cada coisinha que você tentar descartar, isso será um verdadeiro entrave para a sua organização pelo método Marie Kondo. 

Afinal, para ela, a primeira pergunta que devemos fazer diante de qualquer arrumação é: “Este objeto me traz felicidade”. Em caso negativo, conforme determina a guru da arrumação, descarte.

Roupas e sapatos muito pequenos

As crianças crescem rapidamente nos primeiros anos. Antes que a gente perceba, as calças estão muito curtas e os sapatos, apertados. Faça um balanço honesto do que seu filho realmente veste (geralmente são algumas das roupas favoritas) e elimine o que é superado, manchado ou simplesmente não é o estilo do seu filho. 

As intermináveis ​​pilhas de papel

Coroas reais de aniversários passados? Cadernos há muito tempo rabiscados? Livros de colorir do passado? Que tal todos os namorados da escola ou lembrancinhas? Na hora de organizar brinquedos, dê uma olhada rápida em qualquer coisa que indique o gênio artístico inicial, depois recicle, recicle, recicle.

Decoração desatualizada

Você mudou a arte da parede do seu filho em idade pré-escolar, instalada quando ele era bebê? É bom mudar as coisas de vez em quando. Se você planeja ter mais filhos, guarde a doce girafa bebê e atualize as paredes.

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Na internet há dezenas de milhares de materiais de impressão para parede ou murais.

Livros rasgados e quebrados

Enquanto pequenos corpos superam as roupas, grandes mentes e imaginação superam os livros. Se as prateleiras do seu pequeno leitor estão clamando por espaço, é hora de salvar alguns títulos do coração e doar o resto.

A MANUTENÇÃO

Limpe regularmente 

Agora que a maior parte do trabalho pesado de organizar brinquedos terminou, economize tempo no futuro, passando por esse processo de limpeza regularmente, principalmente após aniversários e feriados.

Não ignore as pequenas coisas 

Brinquedos e peças pequenas costumam migrar para debaixo do sofá. Em vez de gastar tempo todos os dias remanejando-os para caixas individuais, considere ter uma caixa grande ou uma daquelas bolsas de tecido divertidas, que também faz maravilhas para peças de LEGO, conjuntos de trem e jogos para fazer comidinhas. A melhor parte? A limpeza é literalmente uma coisa fácil, mesmo para os mini fabricantes de bagunça.

Não exagere no armazenamento

É um pouco contra-intuitivo, mas ouça. Somos todos a favor de maneiras elegantes e sensatas de organizar – e as soluções de armazenamento são certamente as chaves para uma sala limpa. Mas todas as caixas a mais que você comprar serão de alguma forma preenchidas. Trabalhe com o que você precisa para minimizar o excesso. E lembre-se: a resposta nem sempre é armazenar. 

Salve o material que seu filho ama

Nós, pais, somos uma das maiores razões pelas quais é tão difícil se livrar do que nossos filhos superaram, tanto física quanto no desenvolvimento. É emocional! Lembramos de quando ele saiu para o primeiro dia do jardim de infância naquele moletom ou naquele dinossauro de brinquedo que carregava por absolutamente todos os lugares!

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Por isso, selecione peças para guardar de lembrança e o resto já sabe: des-car-te.

Crie “novos” brinquedos 

Com tudo arrumado, a última coisa que você (ou seu orçamento) deseja fazer é se apressar para preencher o quarto ou sala de brinquedo com coisas novas. Na próxima vez em que as crianças implorarem por novidades, seja criativo! Caixas de suco cheias de areia criam blocos de empilhamento incríveis e rolhas se transformam em selos. Existem muitas razões pelas quais você deveria reciclar. Experimente! 

Destine momentos para a desorganização

Quarto de criança é quarto de criança. Por isso, deve dar a impressão de que uma criança vive e brinca lá, o que significa que algumas coisas extras às vezes são apenas parte da diversão e é maravilhoso mantê-las por ali. Então, relaxe e lembre-se de que, na próxima vez que a confusão se acumular, você já tem as técnicas para minimizar o estrago. 

Confira os benefícios de deixar as crianças na cozinha

Cozinhar traz muitos benefícios a longo prazo para os pequenos, incluindo maior confiança, habilidades aprimoradas de leitura e matemática e gosto por um estilo de vida mais saudável. Além disso, em períodos de recolhimento forçado como o que estamos vivendo por causa do coronavírus ter as crianças na cozinha funciona também como um passatempo super divertido.

Esse hábito ajuda a lidar com a sobrecarga de informações e serve como um respiro tanto para adultos quanto para crianças. Veja mais benefícios:

Elas comem melhor

Crianças envolvidas na criação de suas refeições são mais propensas a comer melhor e mais estimuladas a manter uma alimentação saudável. 

Cozinhar ajuda a desenvolver habilidades matemáticas

Sim, você leu certo. Afinal, quase todas as receitas requerem medições e contagens precisas. Dê ao seu filho uma tarefa pedindo que ele conte quantos ovos entram na receita de almôndegas ou quanto óleo entra em um lote de brownies, por exemplo.

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Este pode ser um jogo de culinária divertido que ajudará as crianças a aprender a contar, adicionar e até a resolver frações básicas.

A compreensão e a leitura também melhoram

Ler uma receita, entender as instruções passo a passo e entender exatamente o que mexer, misturar ou dobrar ajuda não apenas no sucesso do produto final como também estimula a alfabetização e a audição.

Então comece com receitas fáceis para crianças, nas quais elas podem fazer parte de todo ou quase todo o processo.

Cozinhar constrói confiança e auto-estima

Dar às crianças na cozinha a oportunidade de se envolverem na conclusão de uma refeição proporciona uma sensação de realização nos pequenos. Se eles cozinharam batatas, criaram uma pizza ou ajudaram a fazer uma sobremesa especial, deixe-os saber o que fizeram foi importante.

Eles ficaram felizes e se sentirão estimulados ao saber que isso ajudou no resultado final.

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O desenvolvimento infantil e a sensação de sucesso andam de mãos dadas.

Cozinhar ajuda a falar sobre bem-estar do corpo

Quando as crianças colocam a mão literalmente na massa, isso serve de exemplo para um estilo de vida saudável. Cozinhar é uma ótima forma para falar sobre o bem-estar do corpo e as razões pelas quais precisamos comer alimentos saudáveis.

Inclusive colocar as crianças na cozinha e convidá-las a se envolver em compras de supermercado e preparação de refeições promove hábitos saudáveis ​​que trazem benefícios ao longo da vida!

Você vai ver que cozinhar em família é tão legal que provavelmente vocês vão continuar com esse hábito depois que a pandemia passar e a rotina de escola, família e atividades na The Little Gym voltar ao normal!

Oito aplicativos que vão ajudar o bebê a dormir como um anjinho

O sono do bebê é um dos grandes dilemas da maternidade. Recém-nascidos não sabem o que é dia e o que é noite, dormem entre 15 e 18 horas diariamente e costumam acordar muitas vezes durante a madrugada. Apesar das dificuldades, há alguns caminhos e inclusive aplicativos que vão ajudar o bebê a dormir.

Nos primeiros meses de vida, seus ciclos de sono são mais curtos e duram em torno de 50 a 60 minutos, metade do tempo do ciclo de sono de um adulto.

Por outro lado, o sono profundo dura menos nos bebês do que nos adultos.

Uma rotina diária organizada é um dos maiores aliados da família nesse processo. O fato de ir para a cama sempre no mesmo horário todas as noites melhora a continuidade do sono noturno, mesmo que as mudanças maiores só sejam sentidas depois do quinto mês. 

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A Universidade de Warwick, no Reino Unido, realizou uma pesquisa para entender o sono dos pais e acompanhou, durante seis anos, mais de 2.500 mulheres e 2 mil homens da Alemanha. A conclusão é aquela que muitos pais e mães sentem na pele: conseguir retornar o sono de antes acontece apenas seis anos depois do nascimento do bebê. 

A boa notícia é que algumas ações ajudam a estabilizar o dia e, principalmente, a noite das famílias. Além disso, dá para contar com uma ajuda da tecnologia, utilizando aplicativos que vão ajudar o bebê a dormir.

Então fomos pesquisar as ferramentas apostam no uso de canções de ninar, narração de histórias infantis e no chamado ruído branco, um tipo de sequência de sinais sonoros que acalma o bebê por remeter aos sons que ele ouvia quando ainda estava no útero materno. 

Por isso, listamos oito aplicativos que colaboram com a tarefa de fazer o bebê dormir. São apps de historinhas, ruídos brancos e até mesmo meditação que ajudarão seu bebê a relaxar. 

Agora, confira os aplicativos que vão ajudar o bebê a dormir:

Baby Sleep 

Ruídos brancos são sons agradáveis capazes de acalmar qualquer pessoa, principalmente os bebês. E este app tem bons exemplos, como barulho de chuva, brisa, floresta, fogueira, além de canções de ninar. É possível ainda programar o tempo dos sons rolam e gravar sua própria voz aveludada para que seu pequeno tenha bons sonhos.

Relax Melodies

Esse aplicativo reúne sons instrumentais, da natureza e ruídos brancos, mas é muito mais completo. A diferença é que ele vem com alguns itens desbloqueados e outros bloqueados, que só estão disponíveis na versão paga.

Histórias infantis

Além de estimular o hábito da leitura e criatividade das crianças, ler historinhas é uma ótima forma de acalmá-las e adormecê-las. Com a função de histórias também em áudio, esse app conta com diversas fábulas, contos de fadas e clássicos originais. Você pode ler ou deixar tocando para o bebê dormir. 

Sound Sleeper

O aplicativo tem uma grande biblioteca de áudios e reproduz vários tipos de sons (água, aspirador de pó e até o som de útero), que podem se ter seu volume e duração regulados.

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Com ele, você pode fazer o bebê dormir, mantê-lo dormindo e desenvolver bons hábitos de sono, com os três modos oferecidos. Uma informação legal: o app é reativado automaticamente quando o bebê chora.

Canções de ninar

Com esse aplicativo, as mamães não precisam mais ter um grande repertório de canções! O app detecta o choro do bebê e, de acordo com ele, reproduz uma canção adequada, que ajuda a tranquilizá-lo e a voltar a dormir. Há um grande repertório de músicas de ninar.

Sleep Genius

Do mesmo modo, esse aplicativo é muito completo e pode auxiliar não apenas no sono do bebê, mas no seu também. Utilizando tecnologia da NASA, o app avalia o melhor horário para você dormir, baseado na sua rotina, e calcula também quanto tempo você precisará de antecedência para pegar no sono. Com certeza, ajudará muito a criar hábitos regulares e saudáveis de sono para seu bebê.

Baby Shusher

Sabe aquele barulho de “shhh” que fazemos quando queremos acalmar o bebê? Esse aplicativo dá conta do recado! O app conta com diversas versões desse barulho e reproduz quando seu filho estiver chorando ou muito agitado na hora de dormir. 

Mindfulness for Children

Da mesma forma, o aplicativo oferece sons relaxantes da natureza para ajudar as crianças a se acalmarem e melhorar o foco e a concentração. Uma voz calma e tranquilizadora dá instruções passo a passo em áudio sobre como meditar também. Com imagens e termos destinados às crianças, o app leva o usuário através de visualizações do corpo e exercícios de respiração. 

10 coisas sobre a cadeirinha de bebê para automóvel

Todos os pais precisam ter um horário para colocar os filhos na cama, uma estratégia de disciplina para o dia a dia, regras para o tempo em que os pequenos passam no celular e, sim!, cadeirinha de bebê para automóvel. Embora todos os itens que citamos sejam importantes para a saúde e o bem-estar das crianças, nenhum é tão importante quanto a vida. Acidentes de carro são uma das principais causas de morte entre crianças.

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, o acidente de trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes com idades de cinco a 14 anos. Somente em 2018, 9.581 foram hospitalizadas e dois anos antes, 897 crianças dessa faixa etária morreram vítimas de acidentes de trânsito. Então, precisamos MESMO levar isso a sério e aqui estão 10 fatos que todos os pais devem saber sobre a cadeirinha de bebê para automóvel:

Fato 1. Se o assento do carro mexer mais de uma polegada de cada lado, ele não está instalado corretamente. 

Tem um assento de carro balançando? Tente de novo. Existe uma grande probabilidade de ter um cinto de segurança torcido, colocado no lugar errado ou que não foi puxado com força suficiente.

Fato 2. Virado para trás é melhor.

Se o seu filho tiver entre 18 e 48 meses, coloque-o na cadeirinha. Especialistas em todo o mundo sugerem que os pais mantenham os filhos voltados para trás o maior tempo possível.

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Nunca os coloque de frente antes dos 2 anos. Se você tem uma criança em idade pré-escolar que ainda está voltado para trás, isso significa mais tranquilidade para você.

Fato 3. O teste de pinça do ombro salva vidas.

Se houver uma folga no cinto de ombro quando você o segura com o polegar e o indicador, ele precisa ser apertado. Ignore o choro de seu bebê. Isso é necessário para a segurança dele.

Fato 4. Casacos fofos e cadeirinhas não combinam.

Um bebê ou criança pequena em um assento de carro vestindo um casaco de inverno ou um casaco de neve muito grande é perigoso. Um cobertor ou camada sobre o cinto é bom, mas por baixo o coloca na zona de perigo.

Fato 5. As tiras superiores existem por uma razão

As tiras superiores da cadeirinha, que prendem o bebê, são usadas para ajudar a impedir que a cadeira e o bebê tombem para a frente no caso de um acidente.

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Embora seja essencial, há muitos pais que optam por não prendê-la. Todo carro vendido depois de 2001 tem três pontos de ancoragem e um deles é para esse cabo.

Fato 6. Assentos de carro mais caros não são necessariamente mais seguros.

Todos os assentos de carro vendidos devem atender aos padrões de segurança do país. O que isso significa? O assento mais seguro é aquele que se encaixa no veículo e na criança e é instalado e usado corretamente. 

No Brasil, a Lei da Cadeirinha existe desde 2008. Trata-se da Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que determina que crianças menores de dez anos devem ser transportadas nos bancos traseiros dos veículos, com as cadeiras específicas. Além disso, elas devem estar usando o cinto de segurança individualmente.

Fato 7. Algumas crianças precisam de um assento de elevação

Crianças com menos de um metro e meio de altura devem usar um assento de elevação. Especialistas recomendam que as crianças usem esse assento de elevação até que tenham pelo menos 1,45 m de altura, por questões de segurança.

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A partir de 10 anos de idade, a criança não precisa, obrigatoriamente, viajar na cadeirinha, mas deve viajar no banco traseiro, sempre com cintos de segurança. 

Fato 8. Técnicos são melhores em instalações de assentos de carro

Os bombeiros não são o melhor recurso para ajudar a garantir que seu assento de carro esteja instalado corretamente, a menos que o bombeiro seja certificado para instalar um assento de carro. Procure um técnico certificado para instalar sua cadeirinha de bebê para automóvel e fazer a verificação de segurança adequada. Um assento de carro instalado incorretamente pode se soltar em um acidente e causar grandes danos ao seu bebê.

Fato 9. Os acessórios do assento de carro estão proibidos.

Brinquedos, espelhos e outros acessórios podem se soltar com o impacto e atingir o seu filho – e se você estiver dirigindo em alta velocidade, mesmo o menor pedaço de plástico pode causar grandes danos. Aqui está uma regra prática: se ele não vier com a cadeirinha ou se não é recomendado pelo fabricante, não use.

Fato 10. Pais esquecem os bebês no banco de trás.

Um assento de carro voltado para trás, um bebê adormecido e um pai com privação de sono podem levar a uma combinação mortal. Os bebês morrem de superaquecimento no banco traseiro todos os anos.

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Se você dirige regularmente com seu bebê pela cidade ou para a creche, use um alarme de assento de carro. Ele permite que você saiba que o seu filho está no banco de trás na cadeirinha de bebê para automóvel e pode salvar uma vida.

Para terminar, veja essas dicas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)

  1. Bebês de até um ano: bebês de até um ano de idade (ou 13kg, dependendo da recomendação do fabricante) devem ser transportados no bebê-conforto ou numa poltrona reversível, sempre no banco traseiro e voltado para o vidro de trás do veículo; 
  2. Um a quatro anos: crianças de um a quatro anos (aproximadamente 9kg a 18kg) devem usar a poltrona reversível no banco de trás, mas a partir de agora ela deve ser virada para a frente do veículo; 
  3. Quatro a sete anos e meio: as crianças entre quatro e sete anos e meio de idade (com cerca de 18kg a 36kg) precisam usar um assento de elevação, também chamado de booster, no banco traseiro do veículo, junto com o cinto de segurança de três pontos; 
  4. Sete anos e meio a 10 anos: crianças com idade entre sete anos e meio e 10 anos devem viajar no banco traseiro do carro com o cinto de segurança de três pontos. Alguns especialistas recomendam que as crianças usem o assento de elevação até que tenham pelo menos 1,45 m de altura, por questões de segurança. A partir de 10 anos de idade, a criança não precisa, obrigatoriamente, viajar na cadeirinha, mas deve viajar no banco traseiro, sempre com cintos de segurança. 
Com informações do site Fatherly.com, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Como melhorar a concentração das crianças em pequenas ações

O carnaval passou, as férias acabaram e agora é hora de muitas famílias colocarem seus filhos de volta, e de uma vez por todas, na rotina de estudos. A transição do período de descanso para a volta às aulas costuma ser difícil para todos. Para ajudar o seu pequeno aluno a começar o ano letivo com o pé direito, estimular o desenvolvimento infantil e o sucesso escolar, aqui vão algumas estratégias para melhorar a concentração das crianças.

Comece o dia com o pé direito

As manhãs costumam ser as partes mais agitadas do dia. Geralmente é difícil para os adultos manterem o foco nas tarefas sem atraso. Então não é surpresa que seja uma das partes mais difíceis do dia também para muitas crianças. De manhã, tente dar um tempo extra para os pequenos começarem o dia com calma. Estabeleça uma rotina matinal e ajude seu filho a cumpri-la. Isso também vai melhorar a concentração das crianças. Especialmente para crianças pequenas, muitas vezes é difícil manter o foco nas dez coisas que elas precisam fazer para sair pela porta. Portanto, faça um plano claro e talvez você nem precise gritar “Coloque os sapatos!” dez vezes enquanto você sai correndo pela porta.

Comida para o cérebro

Há uma razão para os especialistas dizerem que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Começar o dia com comida saudável permite um começo melhor para o cérebro. Iogurte, ovos e frutas como maçã, abacate, banana e mirtilos são ótimas opções. Nozes e queijo magros também são alimentos que podem ajudar a manter o foco do seu filho durante o dia, melhorando a concentração na rotina de estudos e estimulando o desenvolvimento infantil.

Tenha expectativas razoáveis

Dependendo da idade de seu filho, separe um tempo apropriado para que seu ele mantenha o foco em uma tarefa específica, lembrando que o interesse pessoal em um tópico ou projeto é geralmente o motivador mais importante para que alguém, adulto ou criança, consiga prestar atenção. Trabalhando sozinho, uma criança em idade pré-escolar, por exemplo, pode passar de dois a três minutos em uma tarefa escolhida por um adulto – como se vestir ou pegar brinquedos.

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Aos cinco anos, a maioria das crianças pode ignorar pequenas distrações. Sozinhos, eles se concentrarão em uma única atividade por 10 ou 15 minutos e em uma tarefa designada por quatro a seis minutos, se for fácil e interessante. Respire fundo e lembre-se de que aquele pequeno córtex cerebral ainda está se formando!

Programe um tempo para a pausa

Embora seja fácil sentir que a primeira coisa que uma criança deve fazer depois de chegar em casa é a lição de casa, muitas delas realmente se beneficiam de uma pausa antes de começar uma atividade mais estruturada. Depois de se concentrar um período inteiro na escola e de estar em um ambiente estruturado, um pouco de tempo de inatividade pode ajudar o cérebro do seu filho a fazer uma pausa necessária antes de avançar para a próxima tarefa, garantindo menos frustração e colapsos ao longo do caminho e contribuindo para o desenvolvimento infantil.

Organize o ambiente para a lição de casa

É uma boa ideia ter um local de trabalho livre de distrações, configurado para estimular a concentração infantil e a rotina de estudos. Se o seu filho funcionar na presença de outras pessoas, configure um recanto de lição de casa na sala de jantar, na cozinha ou na sala de estar, por exemplo.

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Se os irmãos estão brincando, coloque-os em lugares separados. No espaço de estudos, verifique se a mesa e a cadeira são adequadas ao tamanho do seu filho: os pés não devem ficar pendurados no chão e os cotovelos devem poder descansar sobre a mesa sem que ele precise se inclinar.

Organize-se

O espaço de trabalho do seu filho não precisa ser digno de uma revista, mas você certamente pode incentivá-lo a guardar as coisas depois de terminar as tarefas e manter a área em ordem. Desenvolva um sistema com pastas, caixas de plástico ou outra maneira que funcione para sua família. Dessa forma, é menos provável que os exercícios e as tarefas do seu filho se percam e o espaço estará organizado para na próxima vez em que ele se sentar para fazer a lição de casa e manter a rotina de estudos em ordem.

Faça uma lista de objetivos

Ter uma lista clara de objetivos é útil para todas as crianças. Às vezes, não é que uma criança não consiga se concentrar, é que elas estão lutando para descobrir no que devem se concentrar. Antes de abordar uma tarefa ou sessão de estudo, crie uma lista de objetivos.

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Exatamente como acontece também com a maioria dos adultos, Ter diretrizes claras ajuda a acalmar a mente de uma criança e a manter o foco.

Divida tarefas maiores em tarefas menores

Encarar uma planilha tendo que lidar com grandes problemas de matemática ou estudar um capítulo inteiro de um assunto pode ser uma tarefa difícil para qualquer criança. Sempre ajuda dividir a tarefa em perguntas ou parágrafos para que a criança tenha uma sensação de realização. Trabalhar em tarefas menores ajuda a combater a sensação de estar sobrecarregado e permite uma repetida auto-realização que alimentará a motivação de seu filho. Isso funciona não apenas na lição de casa, mas também nas tarefas domésticas e outras obrigações em casa.

Releve as pequenas coisas

Especialmente no caso de crianças menores de nove anos, o dever de casa não precisa ser uma fonte de perfeição. Apenas a obrigação de fazer a lição de casa em si pode ser desgastante para crianças pequenas. Então tente resistir ao desejo de insistir em ter toda a lição de casa perfeitamente escrita. Em muitas séries anteriores, os professores estão ainda menos preocupados com questões como palavras com erros ortográficos em um trabalho de escrita, para que a criança possa se concentrar principalmente em colocar as ideias no papel. Parabenizar seu filho pelo que ele consegue entregar produz mais sucesso do que críticas e ajuda a criança a estabelecer confiança em projetos futuros.

Inclua intervalos para atividades físicas

Como todos os pais sabem, no período de desenvolvimento infantil as crianças têm muita energia e precisam gastá-la. Hoje, muitas escolas até agendam intervalos para ajudar as crianças a combater isso com alguns polichinelos, alongamentos ou até pequenos passos de dança. Você pode adaptar essa ideia em casa também.

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Trabalhe em pequenos intervalos que incentivem a atividade física: caminhar pela rua (ar fresco é um bônus!), subir e descer as escadas, por exemplo, são boas opções. Apenas certifique-se de que o intervalo não se arraste por muito tempo, lembrando ao seu filho que ele pode retomar a atividade física depois que os deveres da escola forem concluídos.

Pratique a respiração abdominal

Respirar com a barriga é uma habilidade importante para  as crianças e ajuda muito nos momentos em que elas são confrontadas com tarefas desafiadoras que podem deixá-las ansiosas. Sentir-se oprimido e ansioso leva à distração – o inimigo da concentração. Portanto, estimular esse hábito simples nos seus filhos pode ajudá-los a combater sentimentos ligados à ansiedade e colocá-los de volta nos trilhos. De quebra, vai ajudar a melhorar a concentração das crianças.

Estimule a atenção plena

Nos últimos tempos, a atenção plena, também chamada de mindfulness, transformou-se num chavão. Mas, na verdade, essa prática envolve apenas focar sua consciência e reconhecer seus pensamentos e sentimentos. Praticar a atenção plena pode ser útil para pessoas de todas as idades. Quando o seu filho se distrair, peça a ele que faça uma pausa de cinco minutos para ficar quieto e pense um pouco sobre o que o está distraindo e sobre e como ele pode se concentrar na tarefa daquele momento.

Priorize o sono

Uma mente bem descansada é a chave para a melhorar a concentração das crianças. Crie uma rotina noturna que garanta muitas horas de descanso para o seu pequeno. Verifique quantas horas de sono por noite uma criança precisa, com base na idade, e agende de acordo com isso. Afinal, é fundamental ter aquele momento de descanso para ajudar o cérebro a recarregar as baterias para o dia seguinte! Manter o sono em dia é outra coisa fundamental para melhorar a concentração das crianças.

Seja um bom modelo no quesito FOCO

As crianças estão nos observando a cada momento do dia. Se possível, sente-se ao lado de seu filho enquanto faz sua própria “lição de casa”. Seja uma tarefa do escritório, seja a leitura de um livro ou o pagamento das contas domésticas, quando seu filho o vê silenciosamente se concentrando em uma tarefa ele será incentivado a seguir seu exemplo. Faça um esforço para restringir o uso de computadores e telefones durante esse período, mostrando ao seu filho que isso ajuda a minimizar as distrações.

Reserve um tempo para algo divertido

Todo mundo precisa de um tempo, especialmente uma criança em desenvolvimento. Planeje algo divertido para fazer junto com seu filho depois que ele terminar a tarefa. Pode não parecer, mas isso também ajuda a melhorar a concentração das crianças. Mesmo crescendo rapidamente, todas as crianças precisam de tempo para se divertir. E elas também precisam de um pouco de tempo de qualidade na sua companhia!

Este material foi traduzido do site Red Tricycle. O texto original (em inglês) pode ser lido aqui.

Comer com a mão ajuda o desenvolvimento infantil

Quando o assunto é desenvolvimento infantil, mães costumam ficar à beira da loucura se filhos pequenos fazem bagunça durante as refeições. Mas, para a terapeuta ocupacional pediátrica Ashley Thurn, especializada em questões sensoriais relacionadas à alimentação, os benefícios de deixar os filhos fazerem bagunça enquanto comem são muito maiores do que a desordem.

Então, confira o depoimento dela ao site Motherly, parceiro da The Little Gym internacional.

Vejo de perto o quanto mães como eu demoramos a deixar os pequenos comerem sozinhos para evitar a bagunça. O problema de não deixar as crianças se alimentarem sem a nossa ajuda e de não permitir que os bebês explorem alimentos com as mãos é que, em alguns casos, isso pode contribuir para padrões alimentares mais seletivos a longo prazo. Não deixá-los comer sozinhos e explorar alimentos com as mãos pode interferir no desenvolvimento das habilidades motoras orais, aquelas habilidades que ajudam a boca, língua, lábios e bochechas a trabalhar de maneira coordenada para misturar e engolir alimentos.

Bebês aprendem através do toque

Os bebês são naturalmente movidos por seu senso tátil e exploram o mundo ao seu redor com seu senso de toque. Eles tocam, sentem e exploram objetos ao seu alcance, trazendo itens que descobriram à boca. Isso os ajuda a entender mais sobre o ambiente.

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As pontas dos dedos, os lábios e a língua abrigam mais receptores sensoriais do que qualquer outra região do corpo humano. Esses receptores são células que recebem informações táteis ou as levam ao cérebro para nos ajudar a entender o que são e como são as coisas. Os bebês aprendem a aceitar novas texturas nessa ordem muito específica de toque: primeiro as mãos e depois a boca. 

Bebês e crianças pequenas devem ter a oportunidade de tocar, sentir e cheirar seus alimentos, a fim de determinar se estão dispostos a experimentá-lo com a boca.

Desejo por autonomia faz parte do desenvolvimento infantil

Outra característica importante do desenvolvimento infantil é que bebês são naturalmente motivados pela necessidade de autonomia e independência. Simplificando: eles querem descobrir como as coisas funcionam por conta própria. Isso pode explicar porque, às vezes, as primeiras palavras de uma criança costumam ser “não”, “eu mesmo”, “eu” ou “meu”.

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Certamente, alguns bebês são mais passivos que outros, mas, na maioria das vezes, as crianças querem fazer as coisas por si mesmas. Isso é especialmente importante para o desenvolvimento infantil durante o período crítico de introdução de alimentos.

É importante permitir que os bebês explorem os alimentos em seus próprios termos, quando estiverem prontos, e não invadir esse impulso inato de autonomia na alimentação. Isso é importante porque a autonomia alimentar pode estabelecer uma estrutura para o desenvolvimento de um relacionamento saudável com os alimentos e ajudar as crianças a sintonizar suas próprias indicações nutricionais internas.

A moral da história aqui é que, para estimular o desenvolvimento infantil, quanto mais deixamos nossos filhos liderarem a mesa de jantar, mais confortáveis ​​eles se sentem com a comida e as refeições.

Bagunça saudável ajuda na educação das crianças

Quando uma criança não tem experiências básicas com texturas nas mãos e nunca costuma ser exposta a diferente texturas na natureza, ela pode se tornar sensível demais às informações táteis. Essas crianças geralmente choram ou gritam se tiverem mãos ou rosto sujos e se recusam a brincar na areia ou na grama. 

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Assim, precisamos ensinar aos nossos filhos (e nos treinar também como mães) que desordem também tem seu papel. Ela é uma parte crucial da brincadeira e do desenvolvimento infantil.

Crianças precisam sentir a comida com as mãos. Essa parte importante da brincadeira sensorial promove uma tolerância a uma variedade maior de texturas. Por isso, quanto mais texturas elas puderem explorar com as mãos e até com os pés, melhor. O mais provável é que desde cedo nossos filhos permitam que essas texturas diferentes entrem em suas bocas na forma de novos alimentos.

Coordenação motora

A última, mas certamente não menos importante, razão pela qual a bagunça beneficia os bebês durante a alimentação é que ela melhora o desenvolvimento da coordenação olho-mão e das habilidades motoras finas. Essas habilidades manuais afetam o desempenho de uma criança em muitas habilidades relacionadas à vida e na escola. 

Alguns exemplos de habilidades para a vida que dependem de uma coordenação olho-mão refinada são vestir, escrever à mão, amarrar sapatos, usar utensílios e cortar. A coordenação olho-mão começa a ser adquirida entre os 6 e 18 meses de idade”.

Como colocar as crianças para dormir sem confusão

Todo pai sabe que a luta para colocar as crianças para dormir é frequente. Reclamações, atrasos constantes ou leitura de livros que se estende noite adentro são comuns para a maioria das famílias com crianças. Mas há pais que descobriram como sobreviver a este momento e resolveram compartilhar um pouco dessa sabedoria com a gente. Aqui estão algumas de suas dicas premiadas. Antes de começar, um pequeno spoiler: para colocar as crianças para dormir, rotina é a chave de tudo!

A dica de Becky Maguire

“Rotina constante, a mesma de quando eles são muito pequenos!!! A mesma hora para dormir todas as noites, a mesma rotina (aquela que você decidir!). Seja sábio sobre o que você decide, porque você vai cantar essa música por um longo tempo!” 

A dica de Lesley Carrigan

“Não somos rigorosos quanto à hora exata de colocar as crianças para dormir, mas as noites da semana são bem fáceis. Eles escovam os dentes e escolhem um livro. Geralmente a mamãe lê, mas às vezes a própria criança em idade escolar lê. Beijos, luzes apagadas. Nosso filho do meio é nossa coruja noturna, então às vezes ele  “enrola”, mas na maioria das vezes todos seguem nossa regra: você não precisa dormir, mas precisa ficar na cama”. 

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A dica de Jill Hutchinson Hollis

“Eu tenho dois filhos com 9 e 5 anos. Quando o mais velho tinha cerca de 6 anos, eu o mandava para a cama ouvindo audiolivros, porque ele não queria ficar sozinho no escuro. De alguma forma isso ajudou e ele passou a ouvir a história até cair no sono. Os audiolivros realmente melhoraram sua memória e ele está lendo quatro séries à frente agora! Isso me permite deitar com meu mais novo, depois de ler seus dois livros. Ele nunca me deixa esquecer isso! Saio quando ele está completamente adormecido”. 

A dica de Julie Guggenheim Berry

“Para encontrar paz na hora de colocar as crianças para dormir, comece quando eles são pequenos e mantenha as regras da hora de dormir. Isso significa que você dirá não a ​​muitas coisas, mas vai ajudar muito”.

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A dica de Megan Gardea

“Constância é a chave! Usamos música, ruído branco e também um gráfico de figuras para que as crianças sintam que têm algum controle sobre a rotina. Todo mundo sabe o que está por vir e não há surpresas. A hora de dormir é cedo. Temos três filhos. Meu marido e eu alternamos quem faz quem dormir para que não nos cansemos de tentar fazer os três dormirem sozinhos em uma noite. Lembre-se: sono gera sono. Quanto mais cedo eles dormirem, mais tempo dormem e o sono será reparador, que é o que eles precisam para converter novas informações do dia em lembranças permanentes!”

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A dica de Melanie Bennett

“Você deve ter uma rotina de dormir constante desde tenra idade. Temos banho, livros, escovar os dentes, cama, luzes apagadas, porta fechada (com luz noturna). Como essa sempre foi a regra, já é o que eles esperam e não precisamos lutar contra eles para que fiquem na cama. Toda noite é perfeita? Nem um pouco … Mas, no geral, as coisas são tranquilas”.

A dica de Elizabeth Alton

“Rotina. Nós tomamos banho todas as noites a partir das 18h30. Às sete, eles estão de pijama. Leite e três histórias (nem mais nem menos). Depois, escovar os dentes e apagar as luzes. Temos perguntas para dormir que os ajudam a se acalmar e reduzir o falatório. São as mesmas cinco perguntas todas as noites: ‘Qual foi a sua coisa favorita hoje?’, ‘Houve algo que você não gostou?’ ‘Como você foi gentil hoje?’ ‘O que você acha que faremos amanhã?’ e ‘Quanto eu te amo?’. As duas crianças, de 6 e 3 anos, geralmente desmaiam após dez minutos”

A dica de Nicole Ann Montgomery

“O que realmente funcionou para nós foi fazê-los irem para a cama um de cada vez. Tranquilamente, com um dos pais lendo, abraçando ou conversando calmamente. Não sei dizer quantas vezes adormeci na cama de um dos meus filhos nem com que frequência eles dormiram na minha. Eles agora têm 10 anos, quase 12 e 14 anos, e vão para a cama por conta própria, mas ainda temos conversas, abraços e beijos na hora de dormir dos três”.

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A dica de Corey Doncaster

“Os aplicativos noturnos são a melhor coisa! Minha filha começa a navegar neles e escolher qual história ou canção de ninar ela quer. Isso dá a ela uma sensação de controle e engajamento. Cinco minutos depois, ela está dormindo e roncando profundamente”

A dica de Amanda Sapian

“Fazemos uma última chamada para lanches e bebidas 30 minutos antes da hora de dormir. Isso eliminou as reclamações de ‘estou com fome’ e ‘estou com sede’ do quarto de nossa filha depois que vamos deitar!”

Este material foi traduzido do site Huffpost. O texto original (em inglês) pode ser lido aqui.

Como ensinar seu filho a pedir desculpas

“Peça desculpas” é o que dizemos aos nossos filhos quando eles pegam o brinquedo de alguém, batem no irmão ou fazem outras coisas indesejáveis. E é frequentemente aí que a conversa termina, com pouca ou nenhuma discussão sobre o que aconteceu, por que foi prejudicial à pessoa com quem a criança se desculpou, como lidar com a mágoa que causou e o que pode fazer para mudar seu comportamento.

Por isso é importante entender como ensinar seu filho a pedir desculpas quando ele comete erros. Pedir desculpas superficiais, especialmente quando elas são proferidas de má vontade, não é suficiente para mudar o comportamento da criança. Além disso, geralmente esses pedidos padrão tendem a se repetir na idade adulta.

Isso é problemático, como vimos, por exemplo, nas satisfações dadas por pessoas públicas importantes como Harvey Weinstein, Louis CK, Kevin Spacey e Matt Lauer, recentemente acusados de atos de assédio ou agressão sexual. Suas manifestações indicam para, para determinadas pessoas, apenas pedir desculpas é suficiente, mesmo quando o pedido vem seguido de explicações que reforçam seu ponto de vista ou culpam as vítimas.

Pedir desculpas de coração

Pedidos de desculpa superficiais são feitos geralmente sem arrependimento de todo o coração nem vontade de fazer reparos adequados.

“Eles podem conter uma transferência de responsabilidade (“Peço desculpas por minha equipe ter cometido um erro”) ou envolver a linguagem condicional, que muda o foco para a pessoa prejudicada (“Desculpe se você ficou ofendido”). Podem também ser tão vagos que não fazem sentido (“Sinto muito pelo que aconteceu’)”

Edwin Battistella, professor de linguística na Southern Oregon University e autor do livro “Sorry About That: The Language of Public Apology”, lançado nos Estados Unidos em 2014 e ainda sem tradução no Brasil.

O ato de pedir desculpas realmente, por adultos ou crianças, precisa conter o reconhecimento sincero de que você fez algo errado. E é isso que pode ser tão difícil: ninguém gosta de admitir um erro. 

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A propósito, no caso específico das crianças, há algo muito complicado chamado dissonância cognitiva, que é aquela sensação estranha que se tem ao tentar manter duas crenças contraditórias ao mesmo tempo. Por exemplo, uma criança pode acreditar que é uma pessoa gentil, mas também vê que fez algo ruim. Como aliviar essa tensão? Muitas vezes, a saída que encontramos é sugerir que o que aconteceu não foi tão ruim assim ou que a pessoa mereceu.

Um bom pedido de desculpas começa com a orientação

A maneira como orientamos as crianças em um pedido de desculpas é tão importante quanto o próprio pedido de desculpas. O primeiro passo para ensinar seu filho a se desculpar é fazer com que ele – e você mesmo – dê um passo atrás.

Digamos que seu filho pegou um dos brinquedos do amigo e fugiu, deixando o coleguinha chorando. Fazer com que os pequenos lidem com as consequências de suas ações no calor do momento não vai funcionar. Eles ainda estão sentindo as emoções que os levaram a se comportar daquela maneira e precisam se acalmar antes de estarem prontos para refletir sobre suas ações.

Portanto, não é a melhor ideia gritar “Pare de correr e devolva esse brinquedo ao seu amigo! Você precisa se desculpar agora”.

“É sempre imprudente tentar ensinar quando estamos com raiva ou nossos filhos têm dificuldade em ouvir. Também não podemos ensinar quando estamos envergonhados na frente dos outros”, explica Ellen Goldsmith, assistente social clínica especializada em crianças e adolescentes.

Então, quando seu filho estiver mais calmo, você poderá resolver o que aconteceu.

Falando sobre sentimentos

Uma das saídas é descobrir o que seu filho estava sentindo e como essas emoções podem ter levado ao comportamento problemático. Então, você pode perguntar: “O que você estava sentindo antes de pegar o brinquedo do seu amigo?”. 

Seja qual for o motivo, a ênfase deve estar em suas ações serem o problema, não em suas emoções. Todas as emoções são boas. O que faz diferença é como lidamos com elas. “Precisamos nomear os sentimentos. Caso contrário, as crianças podem se perder em seus sentimentos, como nós às vezes fazemos”, afirma Goldsmith.

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Depois que eles entenderem mais sobre suas emoções e comportamento, é hora de falar sobre como a outra pessoa se sentiu. Você pode fazer isso relacionando a situação com algo semelhante pelo qual a criança passou.

Por exemplo, talvez o irmão do seu filho tenha pegado seu brinquedo favorito sem pedir e se recusado a devolvê-lo. Você pode pedir que ele pense e se lembre de como se sentiu nesse caso. Depois, uma dica é ressaltar que pode ser como o amigo dele se sentiu quando teve seu brinquedo levado.

Brainstorming com crianças

Você também pode perguntar ao seu filho o que ele faria de diferente neste caso se pudesse. Vocês podem imaginar opções juntos. “O brainstorming com crianças pode proporcionar momentos maravilhosos de ensino. Pode ajudá-lo a escrever ou desenhar as opções de como responder potencialmente ”, orienta Goldsmith.

Na opinião da especialista, mostrar às crianças que erros são oportunidades para refletir e aprender pode mudar a maneira como elas vêem os erros. Além disso, trata-se de uma forma de combater o modo defensivo como instintivamente costumamos agir diante dos nossos equívocos.

Os ingredientes de um conversa que funcione

Depois dessa conversa inicial, seu filho está pronto para se desculpar. Um pedido de desculpas sincero precisa priorizar os sentimentos da outra pessoa e demonstrar arrependimento.

“Um bom pedido de desculpas precisa mencionar o dano causado, demonstrar arrependimento sincero e de alguma forma reparar o dano”, confirma o professor Edwin Battistella. 

Em um treinamento para professores, a ex-professora da escola primária JoEllen Poon aprendeu sobre uma abordagem simples de desculpas que atinge todos os pontos-chave. Três frases – “Desculpe”, “Isso está errado porque…” e “No futuro, eu irei…” – guiam os alunos pelas etapas.

Ela falou sobre suas experiências ensinando as crianças a se desculpar em um popular post no blog Cuppacocoa. É neste momento que a sua conversa anterior com o seu filho será útil, pois ele já saberá como completar as frases que Poon utiliza como bases.

“Meus alunos começaram a alimentar relacionamentos de uma maneira nova. Cada vez mais, eles tomavam a iniciativa de pedir desculpas um ao outro, em vez de esperar que um adulto os obrigasse a fazê-lo. Eles pararam de agir como se estivessem ‘perdendo’ quando estavam se desculpando e, em vez disso, passaram a se ver ‘ganhando’ juntos por uma situação ter melhorado” afirma.

E completa: “Eles também pareciam realmente mudar seus comportamentos depois – crianças que incomodavam outras crianças diminuíram esses comportamentos, e todos pareciam mais sinceros em seus esforços para se harmonizarem entre si”.

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Depois de pedir desculpas, outra maneira de as crianças fazerem as pazes é agindo. “As crianças aprendem fazendo e, portanto, uma foto ou um abraço podem fazer toda a diferença. O mesmo vale para nós adultos também”, defende Goldsmith.

“Todos aprendemos pelo que os outros fazem e não pelo que eles dizem. Por isso, é muito mais importante nos ver fazer o que ensinamos e pregamos, ou eles nos verão como mentirosos ou hipócritas e sempre se lembrarão disso ”, disse Goldsmith.

Empatia e perspectiva

Mas o que acontece quando seu filho realmente acha que não fez nada de errado? Ele pode estar com dificuldade em admitir o que é errado ou pode não entender o ponto de vista da outra pessoa. Neste caso, uma opção é incentivar seu filho a perguntar ao amigo como ele se sentiu.

“Ser capaz de conversar com outra pessoa e ouvir o que a outra pessoa está explicando pode ajudar as pessoas a ter uma perspectiva diferente”, analisa Amy Hubbard, presidente do departamento de comunicação da Universidade do Havaí, e uma das autoras do estudo “Efeitos do Timing e da Sinceridade de um Pedido de Desculpas na Satisfação, Compreensão e Mudanças nos Sentimentos Negativos durante os Conflitos”.

No entanto, vale ressaltar que tudo o que for dito, mesmo o pedido de desculpas mais genuíno e livre de estigma, não significa que o solicitante tenha direito ao perdão. Existem coisas que não conseguiremos consertar e pessoas que não estarão dispostas a nos perdoar, e tudo bem. É importante ensinar aos nossos filhos que pedir desculpa não significa perdão certo, mas sim assumir a responsabilidade por nossas ações.

Pedir desculpas e admitir erros, desde a infância, ajuda bastante a criar empatia e a impedir que o mau comportamento de criança torne-se um padrão abusivo no futuro.

“Quando as crianças aprendem isso em tenra idade, torna-se natural e normal que elas se desculpem de uma maneira mais completa. Elas se acostumam a ser específicas sobre seus erros, examinando as consequências de suas ações, construindo empatia, fazendo um plano para realmente parar o comportamento indesejado e se permitindo sentir o desconforto de uma atitude humilde ao pedir perdão”.

JoEllen Poon

“Muitos de nós crescemos aprendendo a evitar emoções desconfortáveis ​​que vêm com um pedido de desculpas como esse, que se torna natural ser defensivo em vez de aberto e humilde. Esperemos que aprender a pedir desculpas adequadamente resultará em adultos mais atenciosos, cada vez mais conscientes da maneira como suas ações afetam os outros”, completa a ex-professora infantil. 

Este material foi traduzido do site Today’s Parent, parceiro da The Little Gym internacional. Texto original (em inglês): https://www.todaysparent.com/family/parenting/heres-what-works-way-better-than-forcing-your-kid-to-say-sorry/

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